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Jaques Wagner

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Jaques Wagner
Foto oficial de Jaques Wagner
Senador pela Bahia
Período1º de fevereiro de 2019
até a atualidade
Líder do governo no Senado Federal
PeríodoJaneiro de 2023
a 24 de junho de 2026
PresidenteLuiz Inácio Lula da Silva
Antecessor(a)Carlos Portinho
Sucessor(a)Teresa Leitão
Secretário de Desenvolvimento Econômico da Bahia
Período21 de janeiro de 2017
a 6 de abril de 2018
GovernadorRui Costa
Antecessor(a)Jorge Hereda
Sucessor(a)Paulo Guimarães
Ministro-chefe da Casa Civil
Período2 de outubro de 2015
a março de 2016
PresidenteDilma Rousseff
Antecessor(a)Aloizio Mercadante
Sucessor(a)Luiz Inácio Lula da Silva posse suspensa
Eva Chiavon
Ministro da Defesa
Período1º de janeiro de 2015
a 2 de outubro de 2015
PresidenteDilma Rousseff
Antecessor(a)Celso Amorim
Sucessor(a)Aldo Rebelo
Governador da Bahia
Período1º de janeiro de 2007
a 31 de dezembro de 2014
Vice-governadorEdmundo Pereira Santos 2007 a 2011
Otto Alencar 2011 a 2014
Antecessor(a)Paulo Souto
Sucessor(a)Rui Costa
Ministro-chefe da Secretaria de Relações Institucionais
Período20 de julho de 2005
a 31 de março de 2006
PresidenteLuiz Inácio Lula da Silva
Antecessor(a)Cargo criado
Sucessor(a)Tarso Genro
Ministro do Trabalho e Emprego
Período1º de janeiro de 2003
a 23 de janeiro de 2004
PresidenteLuiz Inácio Lula da Silva
Antecessor(a)Paulo Jobim Filho
Sucessor(a)Sandra Meira Starling interina
Ricardo Berzoini
Dados pessoais
Nome completoJaques Wagner
Nascimento16 de março de 1951 (75 anos)
Rio de Janeiro, Distrito Federal, Brasil
Nacionalidadebrasileiro
Alma materPontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro
Prêmio(s)Ordem do Mérito da Defesa[1]
CônjugeFátima Mendonça
PartidoPT desde 1980
ReligiãoJudeu
ProfissãoPolítico e sindicalista

Jaques Wagner(Rio de Janeiro, 16 de março de 1951) é um sindicalista e político brasileiro, filiado ao Partido dos Trabalhadores. É senador pela Bahia desde 2019 e foi reeleito nas eleições de 2026 para o mandato de 2027 a 2035.[2][3]

Antes de chegar ao Senado, exerceu três mandatos de deputado federal e governou a Bahia de 2007 a 2014. Nos governos de Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff, chefiou o Ministério do Trabalho e Emprego, a Secretaria de Relações Institucionais, o Ministério da Defesa e a Casa Civil.[4]

Infância e formação

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Filho de Joseph Wagner e Cypa Perla Wagner, imigrantes judeus poloneses, estudou no Colégio Militar do Rio de Janeiro de 1962 a 1968.[5] Em 1969, ingressou no curso de Engenharia da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, onde participou do movimento estudantil, mas deixou a graduação em 1973.[6][7]

Mudou-se para Salvador em 1974 e, dois anos depois, começou a trabalhar como caldeireiro em Candeias. Trabalhou também como técnico de manutenção no Polo Industrial de Camaçari, onde passou a atuar no Sindicato dos Trabalhadores da Indústria Petroquímica da Bahia, o Sindiquímica. Foi diretor do sindicato e o presidiu entre 1987 e 1989.[6] É casado com Maria de Fátima Carneiro de Mendonça e tem três filhos.[5]

Carreira política

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Wagner ajudou a fundar o Partido dos Trabalhadores na Bahia em 1980 e participou da criação da Central Única dos Trabalhadores no estado, tendo sido o primeiro presidente estadual dessas organizações. Sua atuação sindical e partidária foi acompanhada pelos órgãos de informação da ditadura militar.[8]

Eleito deputado federal em 1990 e reeleito em 1994 e 1998, exerceu o cargo de 1991 a 2003.[4] Disputou a prefeitura de Camaçari em 2000 e o governo da Bahia em 2002, sem ser eleito.[9] Na disputa estadual, recebeu 2.057.022 votos, equivalentes a 38,47% dos votos válidos, e ficou em segundo lugar, atrás de Paulo Souto.[10]

Ministério do Trabalho e Secretaria de Relações Institucionais

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No primeiro governo Lula, assumiu o Ministério do Trabalho e Emprego em janeiro de 2003 e permaneceu no cargo até janeiro de 2004.[4] Em 27 de janeiro de 2004, tomou posse na Secretaria Especial do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, órgão da Presidência da República.[11]

Entre 2005 e 2006, chefiou a Secretaria de Relações Institucionais, responsável pela articulação do governo com o Congresso Nacional.[4] Em novembro de 2005, recebeu a Grã-Cruz da Ordem do Mérito da Defesa.[1]

Governador da Bahia

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Wagner durante a inauguração de um campus da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia em Cachoeira.

Nas eleições de 2006, venceu Paulo Souto no primeiro turno, com 3.242.336 votos e 52,89% dos votos válidos.[12] Assumiu o governo em 1º de janeiro de 2007 e permaneceu no cargo até 31 de dezembro de 2014.[2]

Logomarca do primeiro mandato de Wagner.

Foi reeleito em 2010, também no primeiro turno, com 4.101.270 votos e 63,83% dos votos válidos.[13][14]

Durante sua gestão, foi inaugurado o Hospital do Subúrbio, em Salvador, em setembro de 2010. Foi a primeira parceria público-privada do país na área hospitalar, com atendimento gratuito. Nesse modelo, o governo estadual construiu o hospital e contratou um consórcio privado para equipá-lo e administrar os serviços.[15] A concessão recebeu críticas de Inalba Fontenelle, presidente do sindicato dos trabalhadores em saúde da Bahia, que a considerou uma forma de privatização da saúde pública.[16]

Greves do funcionalismo público estadual

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Em 2012, o governo enfrentou a greve da Polícia Militar e uma paralisação dos professores da rede estadual que durou 115 dias, encerrada em agosto.[17] O colunista Felipe Patury avaliou que as paralisações desgastaram o governo e prejudicaram o PT na eleição municipal de Salvador.[18]

Durante a paralisação dos policiais, entre 31 de janeiro e 11 de fevereiro, ocorreram 180 homicídios em Salvador e na região metropolitana, em um balanço preliminar da Secretaria de Segurança Pública.[19] Gravações divulgadas durante a greve levaram a acusações de planejamento de atos de vandalismo contra lideranças do movimento, entre elas Marco Prisco.[20] Wagner defendeu a atuação de seu governo durante a paralisação e afirmou que havia evitado uma ação policial que pudesse causar mortes.[21]

Na greve policial de abril de 2014, Wagner solicitou o envio da Força Nacional de Segurança Pública ao estado.[22] Durante a paralisação, entre 15 e 17 de abril, ocorreram 59 homicídios e 156 roubos de carros em Salvador e na região metropolitana. Prisco foi preso em 18 de abril.[23][24]

Ministério da Defesa e Casa Civil

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Wagner em visita à Base Aérea de Porto Velho, em 2015.

Em dezembro de 2014, Dilma Rousseff o escolheu para substituir Celso Amorim no Ministério da Defesa, a partir de janeiro de 2015.[25] Em 2 de outubro de 2015, passou a chefiar a Casa Civil, substituindo Aloizio Mercadante durante uma reforma ministerial.[26][4]

Chefia do Gabinete Pessoal da Presidência

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Com o anúncio da nomeação de Lula para a Casa Civil, em março de 2016, Wagner passou a chefiar o Gabinete Pessoal da Presidência da República, cargo que recebeu status de ministério.[27] Foi exonerado em 12 de maio de 2016, quando Dilma foi afastada da Presidência.[28]

Em janeiro de 2017, assumiu a Secretaria de Desenvolvimento Econômico da Bahia no governo de Rui Costa, na qual permaneceu até 2018.[29][4]

Senador pela Bahia

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Na eleição presidencial de 2018, defendeu que o PT apoiasse Ciro Gomes, mas participou da campanha de Fernando Haddad, candidato escolhido pelo partido.[30][31] Disputou uma das duas vagas da Bahia no Senado e foi eleito com 4.253.331 votos, ou 35,71% dos votos válidos, junto com Ângelo Coronel.[32][33]

Em 2021, apresentou seu nome para disputar novamente o governo da Bahia, mas retirou a pré-candidatura em fevereiro de 2022.[34][35] Em janeiro de 2023, foi nomeado líder do governo Lula no Senado, função que exerceu até junho de 2026.[36][37]

Em 4 de outubro de 2026, foi reeleito senador, ao lado de Rui Costa. Com 98,4% das urnas apuradas, tinha 3.907.885 votos, equivalentes a 27,6% dos votos válidos.[3]

Investigação sobre o Banco Master

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Em 18 de junho de 2026, Wagner foi alvo da nona fase da Operação Compliance Zero, que investiga o caso do Banco Master. A Polícia Federal apurava a suspeita de que teria recebido um apartamento em Salvador e R$ 3,5 milhões destinados a uma empresa de familiares em troca de atuação política favorável ao banco. Wagner negou irregularidades.[38][39][40]

A investigação examinava suas relações com Augusto Lima e sua atuação em propostas sobre crédito consignado, a cobertura do Fundo Garantidor de Créditos e a tentativa de compra do Master pelo Banco de Brasília. Sua defesa pediu ao Supremo Tribunal Federal a anulação da autorização para a operação.[40][41]

Nas buscas, foram apreendidos US$ 49 mil e 13 relógios em Brasília, além de US$ 16.795, 39.675 euros e R$ 16.500 em Salvador.[40] Wagner afirmou que os dólares vinham de diárias recebidas em viagens oficiais pelo Senado e que os relógios haviam sido adquiridos ao longo dos anos.[42]

Em 24 de junho, após uma reunião com Lula, deixou a liderança do governo no Senado. Declarou que pretendia provar sua inocência e dedicar-se às campanhas de Lula, de Jerônimo Rodrigues e à sua própria reeleição.[37][43] Seu depoimento, previsto para agosto, foi adiado a pedido da defesa, que alegou não ter acesso integral ao processo.[44]

Desempenho eleitoral

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Ano Eleição Partido Cargo Votos % dos votos válidos Resultado Ref.
2002 Estaduais na Bahia PT Governador 2 057 022 38,47% Não eleito [10]
2006 Estaduais na Bahia PT Governador 3 242 336 52,89% Eleito [12]
2010 Estaduais na Bahia PT Governador 4 101 270 63,83% Reeleito [13]
2018 Estaduais na Bahia PT Senador 4 253 331 35,71% Eleito [32]
2026 Estaduais na Bahia PT Senador 3 907 885↑ 27,6% Reeleito [3]

Referências

  1. 1 2 «Decreto de 28 de novembro de 2005». Diário Oficial da União. 29 de novembro de 2005. Consultado em 4 de outubro de 2026. Cópia arquivada em 15 de junho de 2024
  2. 1 2 «Senador Jaques Wagner». Senado Federal. Consultado em 4 de outubro de 2026. Cópia arquivada em 4 de outubro de 2026
  3. 1 2 3 «Bahia escolhe Rui Costa e Jaques Wagner para o Senado». Agência Senado. 4 de outubro de 2026. Consultado em 4 de outubro de 2026. Cópia arquivada em 5 de outubro de 2026
  4. 1 2 3 4 5 6 «Biografia do(a) Deputado(a) Federal JAQUES WAGNER». Câmara dos Deputados. Consultado em 4 de outubro de 2026
  5. 1 2 «A entrega de título de cidadão a Jaques Wagner enche o plenário Vereador Manoel Josefino Teixeira». Câmara Municipal de Paulo Afonso. 6 de dezembro de 2016. Consultado em 4 de outubro de 2026
  6. 1 2 «Jaques Wagner». Assembleia Legislativa da Bahia. Consultado em 4 de outubro de 2026
  7. ↑ Lilian Saback (8 de fevereiro de 2012). «Conheça melhor o governador da Bahia, Jaques Wagner (PT)». Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. Consultado em 13 de dezembro de 2022
  8. ↑ João Carlos Magalhães (11 de janeiro de 2015). «Agora ministro da Defesa, Wagner já foi alvo de militares». Folha de S.Paulo. Consultado em 4 de outubro de 2026. Cópia arquivada em 6 de dezembro de 2024
  9. ↑ «Jaques Wagner». Partido dos Trabalhadores. Consultado em 4 de outubro de 2026
  10. 1 2 «Eleições 2002 - Resultados - Governadores». UOL. Consultado em 4 de outubro de 2026
  11. ↑ «Discurso do Presidente da República em exercício, José Alencar, na cerimônia de posse do ministro Jaques Wagner na Secretaria Especial do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social». Biblioteca da Presidência da República. 27 de janeiro de 2004. Consultado em 4 de outubro de 2026. Cópia arquivada em 6 de novembro de 2022
  12. 1 2 «Eleições 2006: apuração na Bahia para governador, 1º turno». Folha Online. Consultado em 4 de outubro de 2026
  13. 1 2 «Eleições 2010: apuração para governador, 1º turno». Folha de S.Paulo. Consultado em 4 de outubro de 2026
  14. ↑ «Jaques Wagner é reeleito governador da Bahia». G1. 3 de outubro de 2010. Consultado em 4 de outubro de 2026. Cópia arquivada em 18 de junho de 2026
  15. ↑ Alana Gandra (13 de setembro de 2010). «Salvador inaugura primeiro hospital fruto de parceria público-privada». Agência Brasil. Consultado em 4 de outubro de 2026. Cópia arquivada em 25 de novembro de 2023
  16. ↑ José Fucs (29 de abril de 2014). «Em Salvador, um hospital público que parece privado». Época. Consultado em 4 de outubro de 2026. Cópia arquivada em 15 de abril de 2024
  17. ↑ «Professores da rede estadual da Bahia suspendem greve». Agência Estado, UOL. 3 de agosto de 2012. Consultado em 4 de outubro de 2026
  18. ↑ Felipe Patury (29 de agosto de 2012). «Salvador: greves desgastam governo e atrapalham PT na eleição». Época. Consultado em 4 de outubro de 2026. Cópia arquivada em 28 de março de 2019
  19. ↑ Caroline Gois (16 de fevereiro de 2012). «Arthur Gallas x PMs: declaração de delegado gera nota de repúdio». BNews. Consultado em 4 de outubro de 2026
  20. ↑ «Gravação revela que PMs grevistas da BA teriam planejado vandalismo». G1. 8 de fevereiro de 2012. Consultado em 4 de outubro de 2026. Cópia arquivada em 30 de julho de 2023
  21. ↑ «Jaques Wagner compara greve da PM ao caso de Carandiru». BNews. 2 de abril de 2012. Consultado em 4 de outubro de 2026. Cópia arquivada em 5 de setembro de 2025
  22. ↑ «PM da Bahia decreta greve, e Estado pede Força Nacional». UOL. 15 de abril de 2014. Consultado em 4 de outubro de 2026. Cópia arquivada em 20 de novembro de 2023
  23. ↑ «Líder da greve da PM na Bahia é preso». G1. 18 de abril de 2014. Consultado em 4 de outubro de 2026. Cópia arquivada em 11 de março de 2026
  24. ↑ «Ministro Lewandowski nega liberdade a vereador Prisco, líder da greve da PM na Bahia». Jornal da Chapada. 23 de abril de 2014. Consultado em 4 de outubro de 2026
  25. ↑ Nathalia Passarinho (23 de dezembro de 2014). «Indicado por Dilma, Wagner volta ao governo após ter sido ministro de Lula». G1. Consultado em 4 de outubro de 2026
  26. ↑ Nathalia Passarinho (2 de outubro de 2015). «Novos ministros de Dilma Rousseff: veja quem entra e quem sai». G1. Consultado em 4 de outubro de 2026. Cópia arquivada em 15 de setembro de 2026
  27. ↑ «Dilma anuncia Lula como ministro da Casa Civil». Tribuna de Minas. 16 de março de 2016. Consultado em 4 de outubro de 2026. Cópia arquivada em 5 de outubro de 2026
  28. ↑ «Dilma exonera ministros e servidores do alto escalão do governo». Agência Câmara de Notícias. 12 de maio de 2016. Consultado em 4 de outubro de 2026
  29. ↑ «Jaques Wagner assume a Secretaria de Desenvolvimento Econômico». Secretaria de Desenvolvimento Econômico da Bahia. 24 de janeiro de 2017. Consultado em 4 de outubro de 2026
  30. ↑ «Ciro era a melhor estratégia para ganhar a eleição, diz Jaques Wagner». Folha de S.Paulo. 15 de outubro de 2018. Consultado em 4 de outubro de 2026. Cópia arquivada em 31 de agosto de 2023
  31. ↑ «Jaques Wagner antecipa anúncio de Haddad como candidato a presidente». Poder360. 11 de setembro de 2018. Consultado em 4 de outubro de 2026. Cópia arquivada em 13 de novembro de 2025
  32. 1 2 «Todas as eleições para o Senado na Bahia». Agência Senado. 11 de setembro de 2026. Consultado em 4 de outubro de 2026
  33. ↑ «Jaques Wagner, do PT, e Ângelo Coronel, do PSD, são eleitos senadores pela Bahia». G1. 7 de outubro de 2018. Consultado em 4 de outubro de 2026. Cópia arquivada em 28 de maio de 2025
  34. ↑ André Uzêda (19 de abril de 2021). «"Meu nome tá colocado", diz Wagner sobre campanha ao governo da Bahia». Metro1. Consultado em 4 de outubro de 2026. Cópia arquivada em 2 de setembro de 2025
  35. ↑ João Pedro Pitombo (28 de fevereiro de 2022). «Jaques Wagner retira pré-candidatura ao Governo da Bahia». Folha de S.Paulo. Consultado em 4 de outubro de 2026. Cópia arquivada em 1 de março de 2022
  36. ↑ «Jaques Wagner e Randolfe Rodrigues serão líderes do governo». Agência Senado. 6 de janeiro de 2023. Consultado em 4 de outubro de 2026. Cópia arquivada em 30 de março de 2023
  37. 1 2 «Jaques Wagner deixa liderança do governo; Teresa Leitão assume o cargo». Agência Senado. 25 de junho de 2026. Consultado em 4 de outubro de 2026. Cópia arquivada em 31 de agosto de 2026
  38. ↑ «Jaques Wagner e Augusto Lima são alvos da Operação Compliance Zero». G1. 18 de junho de 2026. Consultado em 4 de outubro de 2026. Cópia arquivada em 24 de junho de 2026
  39. ↑ «PF investiga se Jaques Wagner recebeu R$ 3,5 milhões e apartamento de luxo em Salvador». G1. 18 de junho de 2026. Consultado em 4 de outubro de 2026. Cópia arquivada em 23 de junho de 2026
  40. 1 2 3 «O que a PF aponta contra Jaques Wagner na investigação do Master». UOL. 21 de julho de 2026. Consultado em 4 de outubro de 2026
  41. ↑ «Segunda Turma do STF, que tem apoiado Mendonça no caso Master, deve analisar pedido de Jaques Wagner para anular operação da PF». O Globo. 24 de junho de 2026. Consultado em 4 de outubro de 2026. Cópia arquivada em 25 de junho de 2026
  42. ↑ «Jaques Wagner se recusou a fornecer senhas de celulares, diz PF». CNN Brasil. 11 de setembro de 2026. Consultado em 4 de outubro de 2026. Cópia arquivada em 13 de setembro de 2026
  43. ↑ «Jaques Wagner deixa liderança do governo no Senado após operação da PF». G1. 24 de junho de 2026. Consultado em 4 de outubro de 2026. Cópia arquivada em 25 de junho de 2026
  44. ↑ «Wagner quer depor, diz Lula; em julho, senador pediu para adiar depoimento». UOL. 1 de outubro de 2026. Consultado em 4 de outubro de 2026. Cópia arquivada em 3 de outubro de 2026

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