Goldman Sachs
| Goldman Sachs | |
|---|---|
Sede na 200 West Street, em Manhattan | |
| Razão social | The Goldman Sachs Group, Inc. |
| Capital aberto | |
| Cotação | NYSE: GS Componente do Dow Jones Industrial Average Componente do S&P 100 Componente do S&P 500 |
| Atividade | Serviços financeiros |
| Fundação | 1869 (157 anos) |
| Fundador(es) | Marcus Goldman Samuel Sachs |
| Sede | 200 West Street, Nova Iorque, Estados Unidos |
| Área(s) servida(s) | Mundial |
| Pessoas-chave | David M. Solomon (presidente do conselho e CEO) Lloyd Blankfein (presidente sênior) |
| Empregados | 47.400 (2025) |
| Produtos | Banco de investimento Mercados globais Gestão de ativos Gestão patrimonial Banco direto |
| Divisões | Global Banking & Markets Asset & Wealth Management |
| Subsidiárias | Goldman Sachs Alternatives |
| Ativos | |
| Receita | |
| Lucro | |
| Renda líquida | |
| Website | goldmansachs.com |
| |
The Goldman Sachs Group, Inc. (pronunciado /sæks/, "SAKS") é um banco de investimento multinacional dos Estados Unidos e uma empresa de serviços financeiros. Fundado em 1869, o Goldman Sachs tem sede no bairro de Battery Park City, em Manhattan, Nova Iorque, e escritórios regionais em centros financeiros de diferentes países.[1] Está entre os maiores bancos de investimento do mundo em receita[2] e ocupa a 32.ª posição na lista Fortune 500[3] e a 19.ª na Forbes Global 2000.[4] O Financial Stability Board o classifica como uma instituição financeira sistemicamente importante.
O Goldman Sachs presta serviços de banco de investimento, com assessoria em fusões e aquisições e reestruturações, subscrição de valores mobiliários, corretagem prime, gestão de ativos e gestão patrimonial. Atua como formador de mercado para diferentes produtos financeiros e presta serviços de compensação e custódia. Opera fundos de private equity e fundos de cobertura, além de estruturar produtos financeiros sob medida. Também controla o Goldman Sachs Bank USA, um banco direto. Negocia em nome de clientes e por conta própria, atividade conhecida como proprietary trading. A empresa investe em startups e organiza seu financiamento. Em muitos casos, também atua como coordenador líder quando essas empresas realizam uma oferta pública inicial.[5]
História
[editar | editar código]Fundação e estabelecimento
[editar | editar código]Em 1869, Marcus Goldman fundou o Goldman Sachs em Nova Iorque, em uma sala no porão de um edifício, ao lado de uma calha de carvão.[6][7][8] Em 1882, Samuel Sachs, genro de Goldman, entrou na firma.[9][10] Em 1885, Henry Goldman, filho de Marcus, e Ludwig Dreyfuss, outro genro, entraram no negócio, que adotou o nome Goldman Sachs & Co.[11] A empresa esteve entre as primeiras a usar papel comercial para financiar empresários e ingressou na Bolsa de Valores de Nova Iorque em 1896.[12] Em 1898, seu capital era de US$ 1,6 milhão.[12] Abriu escritórios em Boston e Chicago em 1900, São Francisco em 1918 e Filadélfia e St. Louis em 1920.[13]
O Goldman Sachs entrou no mercado de oferta pública inicial em 1906, quando coordenou a abertura de capital da Sears.[12] A operação foi facilitada pela amizade pessoal de Henry Goldman com Julius Rosenwald, um dos proprietários da Sears.[12] Outros trabalhos de subscrição de ofertas públicas vieram depois, entre eles os da General Cigar Company, também em 1906, F. W. Woolworth Company em 1912 e Continental Can.[13][12] A firma esteve entre as primeiras a usar o índice preço/lucro, em vez do valor contábil, para avaliar empresas. Com isso, conseguia captar recursos para varejistas e outras companhias com poucos ativos físicos.[13]
Em 1912, Henry S. Bowers tornou-se o primeiro sócio que não pertencia à família fundadora e passou a participar dos lucros da firma.[12] Em 1917, pressionado pelos demais sócios por sua posição favorável à Alemanha, Henry Goldman deixou a empresa.[12] A família Sachs passou a controlar toda a firma até a entrada de Waddill Catchings, em 1918.[12] Em 1928, Catchings era o sócio com a maior participação individual no Goldman Sachs.[12] A empresa adquiriu uma participação elevada na Merck & Co. em 1919 e na General Foods em 1922.[13] Em 4 de dezembro de 1928, criou a Goldman Sachs Trading Corp., um fundo fechado.[14] O fundo fracassou durante a Crise de 1929, em meio a acusações de que o Goldman Sachs havia manipulado preços de ações e praticado negociação com informação privilegiada.[12]
1930–1979
[editar | editar código]Em 1930, durante a Grande Depressão, a firma afastou Catchings e Sidney Weinberg assumiu como sócio sênior. Weinberg desviou o foco da empresa das operações de mercado para o banco de investimento.[12] Essa mudança ajudou a recuperar parte da reputação perdida pela firma. Sob sua direção, o Goldman Sachs foi o principal assessor na oferta pública de US$ 657 milhões da Ford Motor Company em 1956 e na emissão de debêntures de US$ 350 milhões da Sears Roebuck em 1958.[13] A empresa também criou uma divisão de pesquisa de investimentos e um departamento de títulos municipais e passou a trabalhar cedo com arbitragem de risco.[12]
Na década de 1950, Gus Levy entrou na firma como operador de valores mobiliários. Duas áreas disputavam espaço dentro da empresa, o banco de investimento e as operações com valores mobiliários.[15] Levy esteve entre os pioneiros das negociações em grandes blocos de ações, prática que o Goldman Sachs ampliou sob sua direção. A força de Weinberg dentro da empresa levou à criação formal de uma divisão de banco de investimento em 1956.[12] Em 1957, a sede foi transferida para o número 20 da Broad Street, em Nova Iorque.[12]
Em 1969, Levy sucedeu Weinberg como sócio sênior e voltou a ampliar as operações de negociação da firma.[16] A ele é atribuída a filosofia do Goldman Sachs de ser "ganancioso no longo prazo", pela qual perdas de curto prazo seriam aceitáveis desde que o resultado no longo prazo fosse positivo. Os sócios também reinvestiam quase todos os seus ganhos na empresa.[17] Weinberg permaneceu como sócio sênior e morreu em julho daquele ano.[18]
Outra crise atingiu a firma em 1970, quando a Penn Central Transportation Company faliu com mais de US$ 80 milhões em papel comercial em circulação, grande parte emitida por intermédio do Goldman Sachs. A falência foi grande, e os processos resultantes, em especial os movidos pela Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos (SEC), ameaçaram o capital da sociedade, sua continuidade e sua reputação.[19] A falência levou à adoção de classificações de crédito para todos os emissores de papel comercial por diferentes serviços de avaliação de risco.[20]
Sob a direção do sócio Stanley R. Miller, a empresa abriu seu primeiro escritório internacional em Londres em 1970 e criou divisões de gestão patrimonial privada e renda fixa em 1972.[13][21] Em 1974, durante a tentativa de defender a Electric Storage Battery de uma oferta hostil da International Nickel e da Morgan Stanley, o Goldman Sachs esteve entre os pioneiros da estratégia empresarial conhecida como "cavaleiro branco".[22] John Weinberg, filho de Sidney Weinberg, e John C. Whitehead assumiram como sócios seniores conjuntos em 1976. Uma de suas iniciativas foi a adoção de 14 princípios de negócios.[23]
1980–1999
[editar | editar código]Em 1981, o Goldman Sachs adquiriu a Spears, Benzak Salomon & Farrell, uma gestora de ativos.[24] A empresa foi vendida à KeyCorp em 1995.
Em novembro de 1981, a firma comprou a J. Aron & Company, que negociava commodities. A empresa foi incorporada à divisão de renda fixa, renomeada Fixed Income, Currencies, and Commodities.[24][25][26] A J. Aron operava nos mercados de café e ouro. Lloyd Blankfein, que viria a ser CEO do Goldman Sachs, ingressou na firma em decorrência da fusão.[27]
Em 1983, a empresa mudou-se para uma nova sede mundial no número 85 da Broad Street, onde permaneceu até a transferência para sua sede atual em 2009.[28][29] Em 1985, subscreveu a oferta pública do fundo de investimento imobiliário que controlava o Rockefeller Center, na época a maior oferta do gênero já realizada.[30] Com o início da dissolução da União Soviética, a firma também participou do movimento internacional de privatização, assessorando empresas separadas de seus governos de origem.[31]
Em 1986, a firma criou a Goldman Sachs Asset Management, que presta serviços de investimento e assessoria em mercados públicos e privados a instituições, consultores financeiros e pessoas físicas.[32] No mesmo ano, subscreveu a oferta pública inicial da Microsoft, assessorou a General Electric na compra da RCA[32] e ingressou nas bolsas de valores de Londres e Tóquio, onde expandiu o negócio de fusões e aquisições.[13] Na década de 1980, tornou-se o primeiro banco a distribuir eletronicamente suas análises de investimento e criou a primeira oferta pública de títulos de emissão original com grande desconto.[32] Em 1988, ajudou o State Bank of India a obter uma classificação de crédito e emitir US$ 200 milhões no mercado norte-americano de papel comercial.[33]
Robert Rubin e Stephen Friedman tornaram-se sócios seniores conjuntos em 1990 e se comprometeram a ampliar a atuação internacional da empresa, com foco nas áreas de fusões e aquisições e negociação.[34] Em 1990, a firma introduziu operações sem papel na Bolsa de Valores de Nova Iorque.[35] Rubin deixou a empresa em 1992 para trabalhar na Presidência de Bill Clinton.[13] Em 1994, a companhia lançou o Goldman Sachs Commodity Index e abriu em Pequim seu primeiro escritório na China.[36] No mesmo ano, Jon Corzine tornou-se CEO depois que Friedman deixou o posto de sócio sênior.[37]
Após décadas de debate entre os sócios, o Goldman Sachs tornou-se uma empresa de capital aberto por meio de uma oferta pública inicial em maio de 1999.[38] A empresa vendeu 12,6% de seu capital ao público. Depois da oferta, 48,3% permaneciam com 221 ex-sócios, 21,2% estavam nas mãos de empregados que não eram sócios e os 17,9% restantes pertenciam a sócios aposentados e a dois investidores antigos, Sumitomo Bank Ltd. e Assn, braço de investimentos da Kamehameha Schools.[39] As ações foram lançadas a US$ 53 cada.[40] Depois da abertura de capital, Henry Paulson tornou-se presidente do conselho e CEO, sucedendo Jon Corzine.[41]
Em julho de 1999, a companhia adquiriu a Hull Group, empresa de negociação eletrônica, por US$ 531 milhões.[42][24]
2000–presente
[editar | editar código]Em setembro de 2000, o Goldman Sachs adquiriu a Spear, Leeds & Kellogg, uma das maiores firmas especializadas da Bolsa de Valores de Nova Iorque, por US$ 6,3 bilhões.[43]
Em julho de 2003, comprou a Ayco Company, que prestava serviços de planejamento financeiro e gestão patrimonial a executivos de alto escalão.[24][44][45]
Em maio de 2006, Henry Paulson deixou a empresa para assumir o cargo de Secretário do Tesouro dos Estados Unidos, e Lloyd Blankfein foi promovido a presidente do conselho e CEO.[46]
Em setembro de 2008, Goldman Sachs e Morgan Stanley, os dois últimos grandes bancos de investimento dos Estados Unidos, confirmaram que se transformariam em sociedades controladoras bancárias.[47][48] A aprovação do Federal Reserve encerrou o modelo de grandes firmas independentes de valores mobiliários, 75 anos depois de o Congresso separar essas instituições dos bancos que recebiam depósitos. A decisão veio após semanas de crise que levaram o Lehman Brothers à falência e à venda apressada da Merrill Lynch ao Bank of America.[49] Ainda em setembro de 2008, a Berkshire Hathaway concordou em comprar US$ 5 bilhões em ações preferenciais do Goldman Sachs e recebeu warrants que lhe permitiam comprar outros US$ 5 bilhões em ações ordinárias da companhia nos cinco anos seguintes.[50] A empresa também levantou US$ 5 bilhões em uma oferta pública de ações a US$ 123 por ação.[50] Em outubro de 2008, o Goldman Sachs recebeu um investimento de US$ 10 bilhões em ações preferenciais do Tesouro dos Estados Unidos como parte do Programa de Alívio de Ativos Problemáticos (TARP).[51] Em junho de 2009, a empresa devolveu ao Tesouro o investimento do TARP, com retorno de 23%, composto por US$ 318 milhões em dividendos de ações preferenciais e US$ 1,418 bilhão no resgate de warrants.[52] Em março de 2011, o Goldman Sachs recebeu autorização do Federal Reserve para recomprar as ações preferenciais que pertenciam à Berkshire Hathaway.[53]
Em novembro de 2009, o Goldman Sachs abriu sua nova sede na 200 West Street.[54]
Em setembro de 2011, o Goldman Sachs anunciou o encerramento do Global Alpha Fund LP, seu maior fundo de cobertura, administrado pela Goldman Sachs Asset Management (GSAM).[55][56] O Global Alpha havia sido criado em meados da década de 1990 com US$ 10 milhões[57] e chegou a ser "um dos maiores e mais bem-sucedidos fundos de cobertura do mundo", com mais de US$ 12 bilhões em ativos sob gestão no auge, em 2007.[58] O fundo empregava análise quantitativa e modelos computacionais para investir,[55] com negociações de alta frequência. Foi fundado por Cliff Asness e Mark Carhart, que desenvolveram os modelos estatísticos usados nas operações.[57] O The Wall Street Journal chamou o Global Alpha de "grande e sigiloso fundo de cobertura" e de "Cadillac de uma frota de investimentos alternativos" que já havia rendido milhões ao Goldman Sachs em 2006.[59] Em meados de 2008, o fundo tinha US$ 2,5 bilhões sob gestão. Em junho de 2011, o valor havia caído para menos de US$ 1,7 bilhão e, em setembro, depois de perdas naquele ano, estava em cerca de US$ 1 bilhão.[60]
No primeiro trimestre de 2014, o Goldman Sachs comprou o negócio de produtos de valor estável da Deutsche Asset & Wealth Management.[24][61]
Em agosto de 2015, o Goldman Sachs concordou em adquirir da General Electric a plataforma de depósitos on-line do GE Capital Bank, com US$ 8 bilhões em depósitos pela internet e outros US$ 8 bilhões em certificados de depósito intermediados por corretoras.[62]

Em abril de 2016, o Goldman Sachs lançou o GS Bank, um banco direto.[63] Em outubro de 2016, o Goldman Sachs Bank USA passou a oferecer empréstimos pessoais sem garantia e sem tarifas sob a marca Marcus by Goldman Sachs.[64]
Em abril de 2018, o Marcus by Goldman Sachs adquiriu por US$ 100 milhões a Clarity Money, um aplicativo móvel de gestão de finanças pessoais.[24][65][66][67]
Em julho de 2018, o Goldman Sachs anunciou que David M. Solomon sucederia Lloyd Blankfein como presidente do conselho e CEO.[68]

Em março de 2019, a Apple anunciou uma parceria com o Goldman Sachs para lançar o Apple Card, a primeira oferta de cartão de crédito do banco.[69]
Em maio de 2019, o Goldman Sachs adquiriu a United Capital, uma gestora patrimonial especializada, por US$ 750 milhões.[45][24]
Em agosto de 2021, anunciou um acordo para adquirir por € 1,7 bilhão a NN Investment Partners, que administrava US$ 335 bilhões em ativos.[24][70]
Em setembro de 2021, a companhia concordou em adquirir a GreenSky, serviço de compre agora, pague depois para empréstimos destinados a reformas residenciais, por US$ 2,24 bilhões.[24][71]
Em agosto de 2022, o Goldman Sachs adquiriu a NextCapital, fornecedora de serviços automatizados de consultoria para contas de aposentadoria.[24][72][73]
Em janeiro de 2026, o Goldman Sachs anunciou um acordo para transferir o programa Apple Card ao JPMorgan Chase em 2028.[74]
Em abril de 2026, o Goldman Sachs adquiriu a Innovator Capital, que administrava 171 fundos negociados em bolsa com cerca de US$ 31 bilhões em ativos, por US$ 2 bilhões.[75]
Em agosto de 2026, o Goldman Sachs adquiriu a NEOS, fornecedora de fundos negociados em bolsa que empregam estratégias com opções, por até US$ 2,25 bilhões.[76]
Goldman Sachs no Brasil
[editar | editar código]O Goldman Sachs abriu um escritório de representação em São Paulo em 1995, sua primeira presença na América do Sul, inicialmente voltado à assessoria em fusões e aquisições. Em 2007, lançou o Goldman Sachs do Brasil Banco Múltiplo S.A. e, em 2008, o Goldman Sachs do Brasil Corretora de Títulos e Valores Mobiliários S.A. A operação passou a abranger banco de investimento, renda fixa, moedas e commodities, ações, gestão de ativos e gestão patrimonial privada.[77]
Antes da formação da subsidiária bancária, o Goldman Sachs tentou ampliar sua presença no Brasil por aquisições. Disputou o Banco Garantia, comprado pelo Credit Suisse em 1998, e negociou uma possível aquisição do Pactual, que acabou vendido ao UBS em 2006. Depois dessas tentativas, passou a ampliar organicamente a operação brasileira e a equipe local.[78][79]
Em setembro de 2014, Paulo Leme, que presidia o conselho de administração do Goldman Sachs no Brasil, foi anunciado como presidente da operação brasileira.[80] O Goldman Sachs mantém em São Paulo o Goldman Sachs do Brasil Banco Múltiplo S.A., a Goldman Sachs Asset Management Brasil Ltda. e a Goldman Sachs do Brasil Corretora de Títulos e Valores Mobiliários S.A.[81]
Lista de sócios seniores e CEOs
[editar | editar código]- Marcus Goldman (1869–1893)
- Samuel Sachs e Henry Goldman (1893–1914)
- Henry Goldman (1914–1917)
- Harry Sachs (1917–1921)
- Waddill Catchings (1921–1930)
- Sidney Weinberg (1930–1969)
- Gus Levy (1969–1976)
- John L. Weinberg e John C. Whitehead (1976–1984)
- John L. Weinberg (1984–1990)
- Robert Rubin e Stephen Friedman (1990–1992)
- Stephen Friedman (1992–1994)
- Jon Corzine (1994–1998)
- Jon Corzine e Henry Paulson (1998–1999)
- Henry Paulson (1999–2006)
- Lloyd Blankfein (2006–2018)
- David M. Solomon (2018–presente)
Dados financeiros
[editar | editar código]| Ano | 2000 | 2001 | 2002 | 2003 | 2004 | 2005 | 2006 | 2007 | 2008 | 2009 | 2010 | 2011 | 2012 | 2013 | 2014 | 2015 | 2016 | 2017 | 2018 | 2019 | 2020 | 2021 | 2022 | 2023 | 2024 | 2025 |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Receita | 16,590 | 15,811 | 13,986 | 16,012 | 20,951 | 25,228 | 37,665 | 45,987 | 37,665 | 22,222 | 39,161 | 28,811 | 34,163 | 34,206 | 34,528 | 33,820 | 30,790 | 32,730 | 36,616 | 36,546 | 44,560 | 59,339 | 47,365 | 46,254 | 53,512 | 58,283 |
| Lucro líquido | 3,067 | 2,310 | 2,114 | 3,005 | 4,553 | 5,609 | 9,398 | 11,407 | 2,041 | 12,192 | 7,713 | 2,510 | 7,292 | 7,726 | 8,077 | 5,568 | 7,087 | 3,685 | 9,860 | 7,897 | 8,915 | 21,151 | 10,764 | 7,907 | 13,525 | 16,300 |
| Ativos | 290 | 312 | 356 | 404 | 531 | 707 | 838 | 1.120 | 885 | 849 | 911 | 923 | 939 | 912 | 855 | 861 | 861 | 917 | 932 | 992 | 1.163 | 1.464 | 1.442 | 1.642 | 1.676 | 1.809 |
| Número de empregados | 22,7 | 22,7 | 19,7 | 19,5 | 20,7 | 23,6 | 26,5 | 30,5 | 30,1 | 32,5 | 35,7 | 33,3 | 32,4 | 32,9 | 34,0 | 36,8 | 34,4 | 36,6 | 36,6 | 38,3 | 40,5 | 43,9 | 48,5 | 45,3 | 46,5 | 47,4 |
Nota: os dados financeiros estão em bilhões de dólares dos Estados Unidos, e o número de empregados está em milhares. Os dados vêm dos formulários 10-K apresentados pela empresa à SEC entre 2000 e 2025.[82]
Questões jurídicas e regulatórias
[editar | editar código]Acordo global sobre pesquisa de analistas de 2003
[editar | editar código]Em 2003, o Goldman Sachs resolveu processos regulatórios e civis relativos a conflitos de interesses entre suas áreas de pesquisa de ações e banco de investimento durante a bolha da internet. A resolução incluiu o pagamento de US$ 110 milhões como parte de um acordo que envolveu diferentes firmas, a SEC e reguladores estaduais, além de acordos menores em ações coletivas contra diferentes bancos sobre a cobertura de pesquisa de empresas como Exodus Communications e RSL Communications.[83]
Crise financeira de 2008 e os CDOs hipotecários Abacus
[editar | editar código]
Durante a crise das hipotecas subprime e a crise financeira de 2007–2008, o Goldman Sachs apostou contra investimentos feitos por alguns de seus próprios clientes, principalmente seguradoras e fundos de pensão, em vez de alertá-los sobre os riscos da dívida subprime. Os lucros obtidos nessas posições deram origem a acusações de conflito de interesses.[84]
Ao contrário de muitos investidores e bancos de investimento, o Goldman Sachs antecipou a crise das hipotecas subprime.[85] Alguns de seus operadores começaram a adotar uma posição pessimista sobre o mercado imobiliário em 2004 e desenvolveram títulos ligados a hipotecas, chamados CDOs sintéticos, inicialmente destinados a proteger o Goldman Sachs de perdas no setor. No fim de 2006, a direção da empresa alterou sua posição geral sobre o mercado hipotecário, de positiva para negativa. Com o agravamento da crise, o Goldman Sachs aumentou a estruturação desses instrumentos e levou sua carteira macro a uma posição líquida vendida, que gerou receita elevada à medida que aumentavam as inadimplências hipotecárias.[85]
Até abril de 2007, o Goldman Sachs havia emitido mais de 20 CDOs de sua série "Abacus", com valor total de US$ 10,9 bilhões.[86]
Esses títulos tiveram desempenho ruim para os investidores que assumiram posições compradas. Em abril de 2010, pelo menos US$ 5 bilhões dos ativos de referência subjacentes haviam sido rebaixados para classificações abaixo do grau de investimento ou entrado em inadimplência.[87]
O Goldman Sachs foi acusado de montar e vender a descoberto o Hudson Mezzanine CDO, de US$ 800 milhões, emitido em 2006, com o objetivo de retirar títulos subprime de seus próprios livros. Embora o prospecto do CDO afirmasse que os ativos da carteira haviam sido obtidos no mercado secundário, críticos apontaram que a seleção funcionava, na prática, como uma posição vendida contra a carteira imobiliária já existente da firma. Após as inadimplências hipotecárias, os detentores das posições compradas pagaram cerca de US$ 310 milhões às contrapartes que mantinham posições vendidas.[85]
Em declarações públicas, o Goldman Sachs afirmou que suas posições vendidas tinham apenas finalidade de proteção e que não esperava o fracasso dos CDOs. Também negou que os investidores desconhecessem as apostas feitas pela própria empresa contra os produtos que lhes vendia.[85]
Processo civil por fraude da SEC e acordo de US$ 550 milhões
[editar | editar código]Em abril de 2010, a SEC acusou o Goldman Sachs e Fabrice Tourre, um de seus vice-presidentes, de fraude com valores mobiliários. A decisão da SEC de apresentar a acusação foi tomada por três votos a dois, seguindo a divisão partidária do órgão. Dois membros do Partido Democrata e um independente votaram a favor.[88] A SEC alegou que o Goldman Sachs havia informado aos compradores de um CDO sintético que os ativos subjacentes haviam sido escolhidos por uma gestora independente, a ACA Management. Na realidade, a Paulson & Co., fundo de cobertura que pretendia apostar contra o investimento, participou da seleção da carteira de referência. Um ano após a conclusão da operação, todos os títulos hipotecários subjacentes haviam sido rebaixados pelas agências de classificação de risco.[89]
O CDO sintético no centro do processo da SEC era o Abacus 2007-AC1. Ao contrário de muitos outros títulos Abacus, o 2007-AC1 não tinha o Goldman Sachs na posição vendida. O próprio Goldman Sachs perdeu dinheiro com a operação.[90] A posição vendida foi assumida por John Paulson, que teria contratado o Goldman Sachs para emitir o título. Paulson e seus empregados selecionaram 90 títulos hipotecários com classificação BBB cujo valor esperavam que caísse, maximizando o retorno de suas posições vendidas.[91][92][93]
Em fins de 2006, o gestor de fundo de cobertura John Paulson disse ao Goldman Sachs que queria apostar contra hipotecas subprime de alto risco usando derivativos. Os títulos hipotecários que Paulson pretendia vender a descoberto eram, em essência, empréstimos residenciais subprime reempacotados em títulos. Eles tinham classificação "BBB", o que significava que, à medida que os mutuários deixassem de pagar seus empréstimos, estariam entre os primeiros títulos a sofrer perdas.[92]
Paulson e a ACA Management, gestora do CDO, trabalharam na composição da carteira de 90 títulos que seria segurada. A ACA supostamente desconhecia a posição vendida de Paulson. As partes chegaram a um acordo no fim de fevereiro de 2007.[92] Paulson pagou cerca de US$ 15 milhões ao Goldman Sachs pelo trabalho na operação. Esse pagamento já foi chamado de "aluguel" pelo uso do nome Abacus.[94]
Paulson bateu à porta do Goldman em um momento oportuno. A firma começara a pensar em "estratégias de aluguel da ABACUS"... Com isso, Goldman "alugaria", por uma taxa elevada, a marca Abacus a um fundo de cobertura que quisesse fazer uma enorme aposta vendida... Paulson pagou US$ 15 milhões ao Goldman para alugar o nome Abacus.[94]
Paulson terminou a operação com lucro de US$ 1 bilhão nas posições vendidas, obtido a partir das perdas dos investidores e de suas seguradoras. Entre eles estavam o IKB Deutsche Industriebank, com perda de US$ 150 milhões, e os investidores e seguradores de outros US$ 900 milhões, ACA Financial Guaranty Corp, ABN AMRO e Royal Bank of Scotland.[95][96]
O R.B.S. [Royal Bank of Scotland] entrou no Abacus quase por acaso. Banqueiros que trabalhavam em Londres para o ABN Amro, banco holandês mais tarde adquirido pelo R.B.S., concordaram em garantir uma carteira de investimentos hipotecários norte-americanos usada na operação. O ABN Amro assumiu quase todo o risco por uma recompensa que, em retrospecto, pode parecer pequena: US$ 7 milhões. Quando o mercado imobiliário caiu e o Abacus entrou em colapso, o R.B.S. acabou responsável pela maior parte das perdas.[96]
A SEC alegou que o Goldman Sachs havia feito declarações materialmente incorretas e omitido fatos nos documentos de divulgação do título financeiro,[89] inclusive que permitira que um cliente que apostava contra o mercado hipotecário, a Paulson & Co., exercesse forte influência sobre a escolha dos títulos da carteira, enquanto informava aos demais investidores que eles haviam sido escolhidos por uma terceira parte independente e objetiva, a ACA Management.[95][97] A SEC também alegou que Tourre induziu a ACA a acreditar que os interesses de Paulson no processo de seleção das garantias estavam alinhados aos seus, quando na realidade eram fortemente conflitantes.[95]
O Goldman Sachs respondeu que as acusações da SEC eram "infundadas em direito e em fatos". Em manifestações posteriores, sustentou que não havia estruturado a carteira para que perdesse dinheiro, que fornecera informações amplas aos investidores que assumiram posições compradas, que perdera US$ 90 milhões, que a ACA havia selecionado a carteira sem que o Goldman Sachs sugerisse que Paulson seria um investidor comprado, que não revelava a identidade de compradores aos vendedores e vice-versa porque essa não era a prática normal de um formador de mercado e que a própria ACA era a maior compradora do conjunto Abacus, com investimento de US$ 951 milhões. A empresa também afirmou que as perdas decorreram do desempenho negativo de todo o setor, e não de um título específico do CDO.[98]
Entre os argumentos contra o Goldman Sachs estava a alegação de que a firma conhecia a participação de Paulson e tomou medidas para minimizar sua relevância. Em sentido contrário, argumentou-se que os principais compradores eram investidores sofisticados e capazes de avaliar os riscos mesmo sem conhecer o papel de Paulson.[99][100][88]
Em depoimento à Financial Crisis Inquiry Commission, foi dito que Paulson havia procurado inicialmente o Bear Stearns para estruturar um veículo semelhante. Ira Wagner, chefe do grupo de CDOs do Bear Stearns, recusou a proposta e afirmou que permitir a um investidor vendido escolher as garantias subjacentes criaria um conflito de interesses inerente. O Goldman Sachs sustentou que perdeu US$ 90 milhões na operação Abacus. Críticos afirmaram que a firma só permaneceu com uma posição comprada porque não conseguiu distribuir todo o risco restante a investidores secundários antes da inadimplência dos títulos subjacentes.[101]
O prospecto da operação ABACUS continha ressalvas explícitas informando aos investidores comprados que o comprador de proteção poderia ter "informações, inclusive informações materiais e não públicas", sobre os ativos de referência que não seriam fornecidas aos investidores comprados.[102]
Em julho de 2010, o Goldman Sachs chegou a um acordo extrajudicial e aceitou pagar US$ 550 milhões à SEC e aos investidores, sendo US$ 300 milhões ao governo dos Estados Unidos e US$ 250 milhões aos investidores. Era uma das maiores penalidades já pagas por uma firma de Wall Street.[93] A empresa não admitiu nem negou irregularidades, mas reconheceu que seus materiais de divulgação sobre o investimento "continham informações incompletas" e aceitou alterar algumas de suas práticas relativas a investimentos hipotecários.[93] O Goldman Sachs afirmou que seus clientes conheciam as apostas da firma contra os produtos ligados a hipotecas que lhes vendia e que essas posições eram usadas apenas como proteção contra perdas.[85]
Outras investigações regulatórias
[editar | editar código]O Goldman Sachs foi tema de uma audiência específica da Subcomissão Permanente de Investigações do Senado dos Estados Unidos, que publicou em abril de 2011 o relatório Wall Street and the Financial Crisis: Anatomy of a Financial Collapse. O relatório acusou a empresa de enganar clientes e incorrer em conflitos de interesses ao lucrar com a crise das hipotecas subprime às custas deles.[103] O Departamento de Justiça dos Estados Unidos e o FBI não processaram a empresa. Os órgãos afirmaram que, à luz da legislação e das provas disponíveis, não seria possível satisfazer o elevado padrão probatório de um processo criminal.[104][105]
Escândalo 1MDB
[editar | editar código]Entre 2011 e 2013, o Goldman Sachs subscreveu cerca de US$ 6,5 bilhões em emissões de títulos do fundo soberano malaio 1Malaysia Development Berhad (1MDB), o que gerou aproximadamente US$ 600 milhões em comissões para o banco, cerca de dez vezes o valor habitual. O Goldman Sachs foi acusado de ignorar sinais de alerta e facilitar o desvio de bilhões de dólares pelo ex-primeiro-ministro da Malásia Najib Razak e por Jho Low.[106][107] Em 2015, reguladores abriram investigações sobre as transações, com atenção a falhas de conformidade relacionadas ao Bank Secrecy Act e às leis contra suborno no exterior.[108] Em outubro de 2020, o Goldman Sachs resolveu as acusações mediante o pagamento de US$ 2,9 bilhões em multas e penalidades a autoridades dos Estados Unidos, Malásia, Singapura e Reino Unido. Sua subsidiária malaia declarou-se culpada de acusações criminais.[109][110]
Ver também
[editar | editar código]- Banco de investimento, tipo de instituição financeira em que o Goldman Sachs atua
- Crise financeira de 2007–2008, crise abordada nas questões regulatórias do banco
- Morgan Stanley, banco de investimento norte-americano e concorrente do Goldman Sachs
- JPMorgan Chase, grupo bancário que assumirá o programa Apple Card em 2028
Referências
- 1 2 «The Goldman Sachs Group, Inc. 2025 Annual Report Form 10-K». U.S. Securities and Exchange Commission. 25 de fevereiro de 2026
- ↑ «League Tables – Investment Banking Review». Financial Times. Consultado em 8 de dezembro de 2025
- ↑ «Fortune 500 Companies: Goldman Sachs». Fortune. 8 de março de 2026
- ↑ «Forbes 2026 Global 2000 List». Forbes. 24 de junho de 2026. Consultado em 31 de agosto de 2026
- ↑ Rudegeair, Peter (20 de maio de 2021). «Goldman Sachs Wants to Charm Startups. It Won't Be Easy.». The Wall Street Journal. Consultado em 23 de janeiro de 2022. Cópia arquivada em 23 de janeiro de 2022
- ↑ Chappatta, Brian (9 de dezembro de 2020). «Insight - Core Goldman Sachs won't flee New York for Florida». The Star
- ↑ Zack, Dan (15 de dezembro de 2016). «The eternal mystique of Goldman Sachs». Chicago Tribune
- ↑ Leah Nathans Spiro e Stanley Reed (22 de dezembro de 1997). «Inside the Money Machine-In a big-is-all business, Goldman vows to go it alone». Bloomberg News. Cópia arquivada em 27 de agosto de 2020
- ↑ «Business & Finance: Cash & Comeback». Time. 9 de novembro de 1936. Cópia arquivada em 23 de outubro de 2020
- ↑ Beattie, Andrew. «The Evolution Of Goldman Sachs». Forbes. Cópia arquivada em 22 de julho de 2018
- ↑ Endlich, Lisa (1999). Goldman Sachs: The Culture Of Success. [S.l.]: Alfred A. Knopf. p. 34. ISBN 9780679450801
- 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 Cohan, William D. (2012). Money and Power: How Goldman Sachs Came to Rule the World. [S.l.]: Penguin Random House. ISBN 9780241954065
- 1 2 3 4 5 6 7 8 «A Brief History of Goldman Sachs» (PDF). Goldman Sachs
- ↑ «Goldman Sachs, the Good, the Bad, and the Ugly». Bloomberg News. 20 de julho de 2011. Cópia arquivada em 31 de março de 2019
- ↑ Lenzner, Robert (10 de março de 2011). «Gus Levy: Don't Tell Me What I Can't Do; Tell Me What I Can Do». Forbes
- ↑ Endlich, Lisa (2000). Goldman Sachs: The Culture Of Success. [S.l.]: Simon & Schuster. p. 62. ISBN 9780684869681
- ↑ Endlich, Lisa (1999). Goldman Sachs: The Culture Of Success. [S.l.]: A.A. Knopf. p. 18. ISBN 9780679450801
- ↑ Whitman, Alden (24 de julho de 1969). «Sidney J. Weinberg Dies at 77; 'Mr. Wall Street' of Finance; Sidney J. Weinberg, Known as 'Mr. Wall Street,' Is Dead at 77». The New York Times
- ↑ Cohan, William D. (16 de março de 2012). «Goldman Sachs's long history of duping its clients». The Washington Post. Cópia arquivada em 9 de novembro de 2020
- ↑ Hahn, Thomas K. (1993). Timothy Q. Cook e Robert K. Laroche, ed. Instruments of the Money Market (PDF) 7 ed. Richmond, Virgínia: Federal Reserve Bank of Richmond. Consultado em 7 de abril de 2017. Cópia arquivada (PDF) em 25 de novembro de 2020
- ↑ Colchester, Max (11 de abril de 2016). «Who Loses the Most From 'Brexit'? Try Goldman Sachs». The Wall Street Journal. ISSN 0099-9660. Cópia arquivada em 8 de novembro de 2020
- ↑ Giroux, Gary (2013). Accounting Fraud: Maneuvering and Manipulation, Past and Present. [S.l.]: Business Expert Press. ISBN 978-1606496299. Cópia arquivada em 8 de abril de 2017
- ↑ Thomas, Landon Jr. (9 de agosto de 2006). «John L. Weinberg, 81, Former Leader of Goldman, Dies». The New York Times. ISSN 0362-4331. Cópia arquivada em 21 de novembro de 2020
- 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 «Goldman Sachs Group, Inc.». Encyclopaedia Britannica
- ↑ Craig, Susanne (1 de outubro de 2012). «The J. Aron Takeover of Goldman Sachs». The New York Times
- ↑ Baer, Justin (12 de dezembro de 2015). «In Wake of Financial Crisis, Goldman Goes It Alone». The Wall Street Journal. ISSN 0099-9660. Cópia arquivada em 1 de agosto de 2020
- ↑ «As rivals fade, Goldman Sachs stands firm on commodities». CNBC. 6 de dezembro de 2013. Cópia arquivada em 29 de novembro de 2020
- ↑ «85 Broad Street – Goldman Sachs». Institutional Investor. 12 de março de 2018. Consultado em 9 de janeiro de 2023. Cópia arquivada em 3 de outubro de 2022
- ↑ «The House That Goldman Built». The New York Observer. 9 de dezembro de 2009. Consultado em 9 de janeiro de 2023. Cópia arquivada em 9 de janeiro de 2023
- ↑ Sloan, Allan (19 de setembro de 1995). «PITCHING THEM HIGH AND INSIDE IN THE ROCKEFELLER CENTER DEAL». The Washington Post. ISSN 0190-8286. Cópia arquivada em 8 de fevereiro de 2021
- ↑ McCoy, Patricia (1997). «Levers of Law Reform: Public Goods and Russian Banking». Cornell Law School. Cópia arquivada em 22 de outubro de 2020
- 1 2 3 «Goldman Sachs humbled». The Independent. 17 de dezembro de 2008. Cópia arquivada em 16 de novembro de 2020
- ↑ «Goldman Sachs Expands its Footprint in Emerging Markets». Goldman Sachs
- ↑ «Former Goldman head Stephen Friedman retires from board». Reuters. 4 de abril de 2013. Cópia arquivada em 3 de novembro de 2020
- ↑ «Electronic Bulls and Bears: U.S. Securities Markets and Information Technology» (PDF). Setembro de 1990
- ↑ «Goldman, Sachs in China». The New York Times. 1 de março de 1994. ISSN 0362-4331. Cópia arquivada em 3 de setembro de 2020
- ↑ Ramirez, Anthony (14 de setembro de 1994). «Chairman of Goldman Will Retire». The New York Times. Consultado em 9 de maio de 2017. Cópia arquivada em 3 de setembro de 2020
- ↑ Piskora, Beth (4 de maio de 1999). «GOLDMAN SACHS IPO DEBUTS TODAY AT $3.66B». New York Post. Consultado em 6 de dezembro de 2019. Cópia arquivada em 17 de agosto de 2020
- ↑ Spiro, Leah Nathans (17 de maio de 1999). «Goldman Sachs: How Public Is This IPO?». Bloomberg. Consultado em 7 de abril de 2017. Cópia arquivada em 27 de agosto de 2020
- ↑ «Goldman Sachs Prices Offering At $53 a Share for Sale Tuesday». The Wall Street Journal. 3 de maio de 1999. ISSN 0099-9660. Consultado em 27 de abril de 2026
- ↑ «Goldman Sachs Shakes Up Top Management». Los Angeles Times. 12 de janeiro de 1999
- ↑ Kahn, Joseph (13 de julho de 1999). «Goldman Sachs to Acquire Electronic Trading Concern». The New York Times
- ↑ McGeehan, Patrick (12 de setembro de 2000). «Goldman Sachs to Acquire Top Firm on Trading Floors». The New York Times. Consultado em 18 de maio de 2017. Cópia arquivada em 13 de setembro de 2020
- ↑ «Goldman Sachs to acquire Ayco». American City Business Journals. 14 de abril de 2003
- 1 2 «Goldman wants to manage the assets of the middling rich». The Economist. 25 de maio de 2019
- ↑ Anderson, Jenny (3 de junho de 2006). «New Chief Executive Is Chosen by Goldman». The New York Times. ISSN 0362-4331. Consultado em 10 de junho de 2020. Cópia arquivada em 21 de novembro de 2020
- ↑ Jessica Hall e Louise Heavens (21 de setembro de 2008). «Goldman Sachs to be regulated by Fed». Reuters. Consultado em 22 de setembro de 2008. Cópia arquivada em 11 de novembro de 2020
- ↑ Julia Kollewe e David Teather (22 de setembro de 2008). «Wall Street in crisis: Mitsubishi to buy stake in Morgan Stanley». The Guardian. Consultado em 11 de dezembro de 2016. Cópia arquivada em 5 de dezembro de 2020
- ↑ Jon Hilsenrath e Damian Paletta (22 de setembro de 2008). «Goldman, Morgan Scrap Wall Street Model, Become Banks in Bid to Ride Out Crisis». The Wall Street Journal. ISSN 0099-9660. Consultado em 18 de maio de 2017. Cópia arquivada em 3 de dezembro de 2020
- 1 2 «Berkshire Hathaway to Invest $5 billion in Goldman Sachs». U.S. Securities and Exchange Commission. 23 de setembro de 2008. Consultado em 18 de maio de 2017. Cópia arquivada em 16 de agosto de 2014
- ↑ Sloan, Allan (16 de outubro de 2007). «An Unsavory Slice of Subprime». The Washington Post. Consultado em 3 de maio de 2010. Cópia arquivada em 1 de outubro de 2019
- ↑ «Goldman Sachs Pays $1.1 Billion to Redeem Warrants». CNBC. 22 de julho de 2009. Consultado em 9 de setembro de 2017. Cópia arquivada em 9 de novembro de 2020
- ↑ Crippe, Alex (18 de março de 2011). «Warren Buffett Gets an Unwanted Call from Goldman Sachs». CNBC. Consultado em 15 de fevereiro de 2013. Cópia arquivada em 6 de agosto de 2020
- ↑ «Goldman Sachs Kills The Express Elevator To The Equity Trading Floor At One New York Plaza». Business Insider. 23 de dezembro de 2009
- 1 2 Rappaport, Liz (16 de setembro de 2011). «Goldman to Close Global Alpha Hedge Fund». The Wall Street Journal. ISSN 0099-9660. Consultado em 18 de maio de 2017. Cópia arquivada em 11 de novembro de 2020
- ↑ «Goldman Sachs Global Alpha Fund, L.P. 2005 ANNUAL REPORT» (PDF). U.S. Securities and Exchange Commission. 2005. Consultado em 13 de agosto de 2020. Cópia arquivada (PDF) em 10 de julho de 2017
- 1 2 «Goldman Sachs to Shut Its Global Alpha Hedge Fund». The New York Times. 15 de setembro de 2011. Consultado em 18 de maio de 2017. Cópia arquivada em 1 de agosto de 2020
- ↑ Carney, John (16 de setembro de 2011). «How Goldman Sachs Lost One Of Its Crown Jewels, Global Alpha». Business Insider. Consultado em 24 de abril de 2020. Cópia arquivada em 4 de agosto de 2020
- ↑ Smith, Randall (20 de abril de 2006). «Goldman Gurus Strike It Rich With Hedge Fund». The Wall Street Journal. ISSN 0099-9660. Consultado em 25 de abril de 2020. Cópia arquivada em 1 de agosto de 2020
- ↑ Lauren Tara LaCapra e Svea Herbst-Bayliss (16 de setembro de 2011). «Goldman to close Global Alpha fund after losses». Reuters. Consultado em 18 de maio de 2017. Cópia arquivada em 22 de outubro de 2020
- ↑ Chavagnon, Eliane (26 de setembro de 2013). «Goldman Sachs Asset Management Buys Deutsche Asset & WM's Stable Value Business». Wealth Briefing
- ↑ Moore, Michael J. (13 de agosto de 2015). «Goldman Sachs to Acquire GE Capital Bank's on-line deposit platform». Bloomberg News. Consultado em 7 de março de 2017. Cópia arquivada em 8 de novembro de 2020
- ↑ Williams-Grut, Oscar (25 de abril de 2016). «Goldman Sachs is launching a bank account for ordinary people – not just the super rich». Business Insider. Cópia arquivada em 6 de agosto de 2020
- ↑ Sweet, Ken (13 de outubro de 2016). «Goldman Sachs launches personal loan service». U.S. News & World Report. Consultado em 18 de maio de 2017. Cópia arquivada em 1 de agosto de 2020
- ↑ Resnick-Ault, Jessica (15 de abril de 2018). «Goldman Sachs buys personal finance start-up Clarity Money». Reuters
- ↑ Son, Hugh (14 de setembro de 2020). «Goldman Sachs is taking what it learned from a $100 million acquisition to upgrade the Marcus app». CNBC
- ↑ Liz Hoffman e Peter Rudegeair (15 de abril de 2018). «Goldman Sachs Comes to the App Store». The Wall Street Journal
- ↑ Son, Hugh (17 de julho de 2018). «Goldman Sachs is handing the keys to a very different leader with David Solomon». CNBC
- ↑ Son, Hugh (25 de março de 2019). «Apple unveils new no-fee credit card: The Apple Card». CNBC. Cópia arquivada em 25 de março de 2019
- ↑ Dummett, Ben (19 de agosto de 2021). «Goldman Sachs to Acquire European Asset Manager for $1.9 Billion». The Wall Street Journal. Cópia arquivada em 19 de agosto de 2021
- ↑ Son, Hugh (15 de setembro de 2021). «Goldman Sachs is acquiring buy now, pay later fintech GreenSky for $2.2 billion». CNBC
- ↑ Son, Hugh (29 de março de 2022). «Goldman Sachs is buying corporate retirement plan robo-advisor NextCapital». CNBC
- ↑ «Goldman Sachs closes deal for NextCapital to extend a ...». RIA Biz. 30 de agosto de 2022
- ↑ Hugh Son, Leslie Picker e Laya Neelakandan (7 de janeiro de 2026). «JPMorgan Chase reaches deal to become Apple Card issuer as Goldman closes chapter on consumer foray». CNBC
- ↑ Prakhar Srivastava e Saeed Azhar (2 de abril de 2026). «Goldman Sachs completes Innovator Capital acquisition, lifting ETF assets to $90 billion». Reuters
- ↑ Shetti, Utkarsh (12 de agosto de 2026). «Goldman doubles down on active ETFs with $2.3 billion Neos deal». Reuters
- ↑ «Goldman Sachs no Brasil». Goldman Sachs. Consultado em 7 de setembro de 2026
- ↑ «Goldman Sachs amplia aposta no Brasil». InvestSP. Consultado em 7 de setembro de 2026
- ↑ «Goldman Sachs tem novo presidente». Exame. 12 de outubro de 2010. Consultado em 7 de setembro de 2026
- ↑ «Paulo Leme é novo presidente do Goldman Sachs no Brasil». Exame. 18 de setembro de 2014. Consultado em 7 de setembro de 2026
- ↑ «Goldman Sachs Locations». Goldman Sachs. Consultado em 7 de setembro de 2026
- ↑ «Financials». Goldman Sachs. Consultado em 7 de março de 2026
- ↑ Nocera, Joe (9 de março de 2013). «Rigging the I.P.O. Game». The New York Times
- ↑ «Goldman Sachs and Its Reputation». Stanford Graduate School of Business. Consultado em 9 de abril de 2026
- 1 2 3 4 5 Gretchen Morgenson e Louise Story (23 de dezembro de 2009). «Banks Bundled Bad Debt, Bet Against It and Won». The New York Times. Cópia arquivada em 30 de abril de 2011
- ↑ Gretchen Morgenson e Louise Story (16 de abril de 2010). «S.E.C. Sues Goldman Over Fraud in Housing Deal». The New York Times
- ↑ Jody Shenn e Bob Ivry (16 de abril de 2010). «Abacus Let Goldman Shuffle Mortgage Risk Like Beads». The Sydney Morning Herald. Cópia arquivada em 8 de novembro de 2021
- 1 2 «Goldman in the Eye of the Beholder». The Atlantic. 29 de outubro de 2011
- 1 2 «Financial Crisis Inquiry Report» (PDF). Financial Crisis Inquiry Commission. 2011. p. 192
- ↑ Philip Whalen e Kara Tan Bhala. «Goldman Sachs and The ABACUS Deal». Seven Pillars Institute
- ↑ Lucchetti, Aaron; Serena Ng (20 de abril de 2010). «Abacus Deal: As Bad as They Come». The Wall Street Journal
- 1 2 3 Wilchins, Dan (16 de abril de 2010). «Factbox: How Goldman's ABACUS deal worked». Reuters
- 1 2 3 «Goldman Settles With S.E.C. for $550 Million». The New York Times. 15 de julho de 2010. Cópia arquivada em 8 de julho de 2017
- 1 2 McLean, Bethany; Nocera, Joe (2010). All the Devils Are Here: The Hidden History of the Financial Crisis. [S.l.: s.n.] p. 279
- 1 2 3 «Securities and Exchange Commission vs Goldman Sachs & Co & Fabrice Tourre, Complaint (Securities Fraud)» (PDF). U.S. Securities and Exchange Commission. 16 de abril de 2010. Consultado em 17 de abril de 2010
- 1 2 Thomas Jr., Landon (22 de abril de 2010). «A Routine Deal Became an $840 Million Mistake». The New York Times
- ↑ «SEC Charges Goldman Sachs With Fraud in Structuring and Marketing of CDO Tied to Subprime Mortgages». U.S. Securities and Exchange Commission. 16 de abril de 2010
- ↑ Corkery, Michael (19 de abril de 2010). «Goldman Responds Again to SEC Complaint». The Wall Street Journal
- ↑ Jones, Ashby (19 de abril de 2010). «Goldman v. SEC: It's All About Materiality». The Wall Street Journal
- ↑ Pitt, Harvey (20 de abril de 2010). «The SEC's Dangerous Gamble». The Daily Beast
- ↑ «Financial Crisis Inquiry Report» (PDF). Financial Crisis Inquiry Commission. 2011. p. 193
- ↑ McLean, Bethany; Nocera, Joe (2010). All the Devils Are Here: The Hidden History of the Financial Crisis. [S.l.: s.n.] p. 272
- ↑ «Senate Investigations Subcommittee Releases Levin-Coburn Report On the Financial Crisis». Senado dos Estados Unidos. 13 de abril de 2011. Consultado em 18 de março de 2018. Cópia arquivada em 25 de setembro de 2018
- ↑ «Justice Department will not prosecute Goldman Sachs, employees for Abacus deal». Reuters
- ↑ «Feds won't charge Goldman for infamous trades». NBC News. 9 de agosto de 2012
- ↑ «Deutsche Bank hires Goldman Sachs's Malaysia head». Reuters. 6 de janeiro de 2014
- ↑ «Goldman reportedly scrutinized by police for relation to money laundering probe». CNBC. 2 de novembro de 2017
- ↑ Baer, Justin; Tom Wright e Bradley Hope (6 de junho de 2016). «Goldman Probed Over Malaysia Fund 1MDB». The Wall Street Journal
- ↑ Son, Hugh (22 de outubro de 2020). «Goldman Sachs agrees to pay more than $2.9 billion to resolve probes into its 1MDB scandal». CNBC
- ↑ Kelleher, Dennis (14 de maio de 2019). «Goldman Sachs and the 1MDB Scandal». Harvard Law School. Consultado em 9 de abril de 2026
Ligações externas
[editar | editar código]- Dados comerciais para The Goldman Sachs Group, Inc.:
