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Elitismo

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 Nota: Não confundir com oligarquia.

Elitismo é a noção de que indivíduos que formam uma elite — um grupo seleto com qualidades desejáveis como intelecto, riqueza, poder, fama, atratividade física, notoriedade, atributos especiais, experiência, linhagem — têm maior probabilidade de serem construtivos para a sociedade e merecem maior influência ou autoridade.[1] O termo elitismo pode ser usado para descrever uma situação em que o poder está concentrado nas mãos de um número limitado de pessoas. Crenças que se opõem ao elitismo incluem igualitarismo, anti-intelectualismo (contra instituições poderosas percebidas como controladas por elites), populismo e a teoria política do pluralismo.

A teoria das elites é a análise sociológica ou da ciência política da influência das elites na sociedade: os teóricos das elites consideram o pluralismo um ideal utópico. O elitismo está intimamente relacionado com a classe social e com o que os sociólogos denominam "estratificação social". Nas sociedades ocidentais modernas, a estratificação social é tipicamente definida em termos de três classes sociais distintas: a classe alta, a classe média e a classe baixa.[2]

Características

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Os elitistas tendem a favorecer sistemas sociais como a tecnocracia, combinada com a meritocracia e/ou plutocracia, em oposição ao igualitarismo político e ao populismo. Os elitistas acreditam que apenas alguns "influenciadores" realmente mudam a sociedade, em vez da maioria das pessoas que apenas votam e elegem as elites para o poder.[3]

Ver também

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Referências

  1. ↑ «elitist | Definition of elitist in English by Oxford Dictionaries». Oxford Dictionaries | English. Consultado em 4 de março de 2019. Arquivado do original em 25 de setembro de 2016
  2. ↑ Saunders, Peter (1990). Social Class and Stratification. [S.l.]: Routledge. ISBN 978-0-415-04125-6
  3. ↑ «Elite (elitist) theory». auburn.edu. Auburn University. Consultado em 13 de agosto de 2014. Cópia arquivada em 19 de março de 2019