Amambai
Amambai | |
|---|---|
| Hino | |
| Gentílico | amambaiense |
![]() | |
| Coordenadas: 23° 06′ 14″ S, 55° 13′ 33″ O | |
| País | Brasil |
| Unidade federativa | Mato Grosso do Sul |
| Municípios limítrofes | Aral Moreira, Caarapó, Coronel Sapucaia, Iguatemi, Juti e Tacuru[1] |
| Distância até a capital | 332 km[2] |
| Fundação | 28 de setembro de 1948 (78 anos) |
| Emancipação | 1 de janeiro de 1949 (77 anos) |
| Distritos | Lista
|
| Governo | |
| • Prefeito(a) | Sergio Diozebio Barbosa[4] (MDB, 2025–2028) |
| Área | |
| • Total [5] | 4 193,742 km² |
| • Urbana est. Embrapa[6] | 7,29 km² |
| Altitude[7] | 480 m |
| População | |
| • Total (est. IBGE 2026[8]) | 42,071 (2 026) hab. |
| Densidade | 9,38[5] hab./km² |
| Clima | Tropical Aw e subtropical (Cfa) |
| Fuso horário | Hora do Amazonas (UTC−4) |
| IDH (PNUD/2010[9]) | 0,673 — médio |
| • Posição | MS: 46º |
| Gini (PNUD/2010[9]) | 0,56 |
| • Posição | MS: 58º |
| PIB (IBGE/2023[10]) | R$ 2 426 261,000 mil |
| • Posição | MS: 20º |
| • Per capita (IBGE/2023[10]) | R$ 61 697,68 |
Amambai é um município brasileiro do estado de Mato Grosso do Sul, na região Centro-Oeste. Integra a região imediata de Amambai e a região intermediária de Dourados, segundo a divisão regional vigente do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).[11]
O município tem 4 193,742 km² de área e população de 39 325 habitantes no Censo 2022, o que resulta em densidade demográfica de 9,38 habitantes por quilômetro quadrado. A estimativa do IBGE para 1º de julho de 2026 é de 42 071 habitantes.[12][13][14]
O povoamento da área remonta ao ciclo da erva-mate, que atraiu colonos e trabalhadores à região a partir do final do século XIX; a sede municipal formou-se no início do século XX, a partir de uma paragem de carretas que deu origem ao Patrimônio União, depois Vila União e, por fim, Amambai, elevada a município em 28 de setembro de 1948, desmembrada de Ponta Porã.[15][16]
A economia municipal combina o agronegócio — com destaque para as lavouras de soja e milho e para a criação de bovinos — e os setores de comércio e serviços. Em 2023, o Produto Interno Bruto (PIB) do município foi de R$ 2,426 bilhões, o 20º maior do estado.[17]
Etimologia
[editar | editar código]O topônimo Amambai deriva do rio Amambaí, curso d'água que banha a região e foi importante via de escoamento da erva-mate no século XIX. Segundo a tradição registrada pelo Instituto Histórico e Geográfico de Mato Grosso do Sul, o nome do rio — originalmente Samambaí-Guaçu — significa "rio da samambaia", em referência à abundância dessa planta em suas margens.[18] O nome atual foi escolhido pelos serviços geográficos entre as denominações sugeridas para o então Patrimônio União, ao lado de Ervanópolis e Valenciópolis.[16] O gentílico registrado pelo IBGE é amambaiense.[15]
História
[editar | editar código]Colonização e formação do povoado
[editar | editar código]Segundo o histórico do IBGE, o primeiro devassamento da região foi realizado pelo bandeirante Aleixo Garcia, e o povoamento iniciou-se por volta de 1580 com o estabelecimento de missões jesuítas espanholas, destruídas por expedições bandeirantes a partir de 1628. Os embates entre bandeirantes e castelhanos prolongaram-se por décadas, e a área integrou o território da Colônia Militar de Iguatemi, mantida até 1777, quando foi atacada por forças castelhanas comandadas por Agostinho Fernandes de Pinedo, governador do Paraguai; o Tratado de Santo Ildefonso, do mesmo ano, pôs fim aos choques armados.[15]
A partir de 1882, Tomás Laranjeira obteve, por intermédio do barão de Maracaju, concessão do governo imperial para colher erva-mate nos terrenos devolutos da fronteira com o Paraguai; os trabalhos da Companhia Matte Larangeira fixaram-se na região do Amambaí a partir de 1883, com a instalação de um arranchamento à margem do rio Verde. Com o monopólio da extração da erva-mate, a empresa consolidou o povoamento da região.[15]
A área que hoje constitui a cidade teve seu povoamento iniciado em 3 de agosto de 1903, quando ali se fixaram Januário Lima, Marcelino Lima, José Garibaldi Rosa, Oscar Trindade e outros. Em 1913, o governo do estado, por solicitação do coronel Valêncio de Brum, líder político da região, concedeu uma gleba de terras para a formação do povoado, que tomou inicialmente a denominação de Patrimônio da União e, posteriormente, Vila União.[15] A história local registra o gaúcho Romualdo Portela como pioneiro da industrialização do povoado: maior ervateiro da região entre as décadas de 1930 e 1950, comandou e financiou a criação da Cooperativa dos Ervateiros de Amambai e montou o primeiro moinho de erva-mate local.[16]
Formação administrativa
[editar | editar código]Pelo decreto-lei estadual nº 208, de 26 de outubro de 1938, foi criado o distrito de Patrimônio União, anexado ao município de Ponta Porã. Pelo decreto-lei federal nº 9.055, de 12 de março de 1946, o distrito passou a denominar-se Amambai.[15]
Pela lei estadual nº 131, de 28 de setembro de 1948, Amambai foi elevada à categoria de município, desmembrada de Ponta Porã e constituída por dois distritos: Amambai e Antônio João; segundo a Câmara Municipal, a instalação ocorreu em 1º de janeiro de 1949, tendo Sidney Batista como primeiro prefeito.[15][16] Pela lei estadual nº 370, de 31 de julho de 1954, o município adquiriu de Ponta Porã o distrito de Iguatemi, e em 1958 foram criados os distritos de Tacuru, Paranhos, Morumbi e Eldorado, de modo que, na divisão territorial de 1960, Amambai era constituída por sete distritos: Amambai, Antônio João, Iguatemi, Eldorado, Morumbi, Paranhos e Tacuru.[15]
Pela lei estadual nº 1.951, de 11 de novembro de 1963, os distritos de Iguatemi, Eldorado e Morumbi foram desmembrados para constituir o novo município de Iguatemi; no mesmo período foi criado o distrito de Mundo Novo. Pela lei estadual nº 2.774, de 13 de outubro de 1967, o distrito de Antônio João passou a denominar-se Coronel Sapucaia; em 1976, o distrito de Mundo Novo foi desmembrado para constituir novo município e foi criado o distrito de Sete Quedas.[15]
Em 1980, os distritos de Tacuru e de Sete Quedas foram desmembrados e elevados a municípios; em 1985 e 1987, respectivamente, ocorreram os desmembramentos de Coronel Sapucaia e de Paranhos. A partir da divisão territorial de 1995, Amambai passou a ser constituída apenas pelo distrito-sede.[15][3] Com a criação do estado de Mato Grosso do Sul pela lei complementar federal nº 31, de 11 de outubro de 1977, o município passou a integrar a nova unidade federativa.[15]
Geografia
[editar | editar código]Localização
[editar | editar código]Amambai está situada no sudoeste de Mato Grosso do Sul, na antiga mesorregião do Sudoeste de Mato Grosso do Sul e na microrregião de Dourados. Na divisão regional vigente do IBGE, pertence à região imediata de Amambai e à região intermediária de Dourados.[11] A sede municipal localiza-se a 23º06'14" de latitude sul e 55º13'33" de longitude oeste, a cerca de 332 km de Campo Grande por rodovia.[2] O município situa-se em região de relevo levemente ondulado, onde predominam os "Campos de Vacaria" e a "Mata de Dourados".[19]
O território municipal limita-se com Aral Moreira, Caarapó, Coronel Sapucaia, Iguatemi, Juti e Tacuru; a configuração dos limites pode ser consultada na malha territorial do IBGE.[1] O município tem área de 4 193,742 km², sendo o 25º maior do estado em área territorial.[12]
Clima
[editar | editar código]Segundo a classificação internacional de Köppen, o clima de Amambai é do subtipo Cfa – subtropical úmido, mesotérmico, com inverno brando e verão quente e precipitação significativa em todos os meses do ano. Estudos do clima regional indicam que o município tem clima controlado por massas tropicais e polares, com predominância da massa polar atlântica e participação efetiva da massa tropical continental.[20] Segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) referentes a 2014, a temperatura média é de 22 °C e a precipitação anual média varia entre 1 700 e 2 000 mm, sendo os meses mais chuvosos de novembro a março e os mais secos de julho a setembro.[20]
Segundo dados do INMET referentes ao período de abril de 2011 a outubro de 2019, a menor temperatura registrada em Amambai foi de −2 °C em 28 de junho de 2011, e a maior atingiu 41 °C em 16 de setembro de 2019. O maior acumulado de precipitação em 24 horas foi de 147,6 milímetros, em 9 de janeiro de 2013.[21][22]
Relevo e hidrografia
[editar | editar código]A geologia local é representada por derrames de basalto e basalto-andesito da Formação Serra Geral, de filiação toleítica, intercalados com lentes de arenito na base e diques e soleiras de diabásio, de idade cretácea e origem ligada a magmatismo fissural.[20] A topografia da área urbana apresenta altitudes que oscilam entre 408 e 508 metros, com declives preferenciais em direção aos córregos Cabeceira da Lagoa e Paduí.[20]
O município pertence à Região Hidrográfica do Paraná e a sede municipal está inserida na Unidade de Planejamento e Gerenciamento (UPG) Amambai, que apresenta vazões mínimas entre 10,8 e 18,1 m³/s próximas às nascentes e valores máximos que chegam a 326 m³/s nas partes baixas, nos meses de novembro a janeiro; o principal uso do recurso hídrico na unidade é a dessedentação animal.[20] O rio Amambaí, afluente pela margem direita do rio Paraná, tem nascentes a cerca de 1 km da fronteira com o Paraguai e fez limite entre diversos municípios da região.[18]
Vegetação
[editar | editar código]A sede do município está sobreposta à área de incidência do bioma Mata Atlântica da planície do rio Paraná, que se estende por cerca de 14% do território de Mato Grosso do Sul e inclui formações de floresta estacional semidecidual e decidual, matas ciliares e remanescentes incrustados nos biomas Cerrado e Pantanal. A fisionomia vegetal original da região da sede é a floresta estacional semidecidual, hoje majoritariamente antropizada e convertida em pastagens.[20]
Demografia
[editar | editar código]No Censo 2022, Amambai tinha 39 325 habitantes, registrando variação absoluta de 4 595 pessoas em relação à população de 2010 compatibilizada e taxa de crescimento geométrico de 1,04% ao ano no período intercensitário.[13] A estimativa populacional do IBGE para 1º de julho de 2026 é de 42 071 habitantes.[14] A densidade demográfica calculada para 2022 era de 9,38 habitantes por quilômetro quadrado.[12]
O censo registrou 13 629 domicílios particulares permanentes ocupados, com 39 042 moradores e média de 2,86 moradores por domicílio.[23] A taxa de alfabetização das pessoas de 15 anos ou mais de idade era de 91,53%.[24]
O IDHM de Amambai é 0,673, referente a 2010, classificado pelo Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil na faixa média; as dimensões do índice eram 0,683 (renda), 0,818 (longevidade) e 0,546 (educação).[9][20]
O município abriga comunidades indígenas Guarani e Kaiowá, cujas reservas — Amambai e Limão Verde — antecedem a criação do município; segundo estudo da Universidade Federal da Grande Dourados, os indígenas integram cerca de um terço da população local, e a prefeitura registra a existência de três aldeias espalhadas pelo território municipal.[25][19]
Religião
[editar | editar código]Conforme o Censo de 2010 do IBGE, a população de Amambai era formada majoritariamente por cristãos (78,58%), sendo 49,30% católicos, 17,56% evangélicos de origem pentecostal, 5,64% evangélicos de missão e 5,90% de outras denominações cristãs. Os sem religião respondiam por 17,94% dos habitantes, e as tradições indígenas por 2,62%; os demais grupos religiosos somavam menos de 1% cada.[26][27] A padroeira do município é Nossa Senhora Auxiliadora, que dá nome à paróquia local, pertencente à Diocese de Dourados.[28]
Economia
[editar | editar código]Em 2023, o PIB de Amambai a preços correntes foi de R$ 2 426,261 milhões, e o PIB per capita foi de R$ 61 697,68.[17] Em 2021, o valor adicionado bruto municipal era composto majoritariamente pelos serviços, que respondiam por 44,3% do total, seguidos pela agropecuária (33,2%), pela administração, defesa, educação e saúde públicas e seguridade social (16,5%) e pela indústria (6,0%).[29]
A agricultura tem participação relevante na economia municipal. A Produção Agrícola Municipal de 2023 registrou 204 221 hectares de área plantada ou destinada à colheita, com valor total da produção de R$ 1,240 bilhão; entre os produtos, destacaram-se a soja, com 128 000 hectares e valor de produção de R$ 971,059 milhões, o milho, com 70 000 hectares e R$ 243,977 milhões, a cana-de-açúcar, com 1 698 hectares e R$ 16,193 milhões, e o trigo, com 2 500 hectares e R$ 4,321 milhões.[30]
Na pecuária, a Pesquisa da Pecuária Municipal registrou, em 2023, efetivo de 264 386 cabeças de bovinos, 246 723 galináceos, 7 906 ovinos, 6 755 suínos e 5 694 equinos, além de produção de 2 778 mil litros de leite.[31][32]
Infraestrutura
[editar | editar código]Educação
[editar | editar código]No IDHM de 2010, a dimensão Educação de Amambai foi de 0,546, e o Índice FIRJAN de Desenvolvimento Municipal (IFDM) de 2013 registrava 0,7327 para a área de educação, em um índice geral de 0,6226.[20]
Saúde
[editar | editar código]A dimensão Longevidade do IDHM de Amambai era de 0,818 em 2010, e o IFDM de 2013 atribuía 0,6154 à área de saúde no município.[20] O atendimento de saúde do município integra o Sistema Único de Saúde (SUS).
Saneamento
[editar | editar código]O diagnóstico do sistema de esgotamento sanitário elaborado pela Sanesul registrou, em outubro de 2016, rede coletora com extensão total de 43 669 metros, operada por dois subsistemas principais associados às estações de tratamento Amambai I e Amambai II; o projeto então em execução previa uma nova estação de tratamento, quatro novas elevatórias e a desativação das unidades antigas, com os córregos Cabeceira da Lagoa e Paduí como corpos receptores.[20] O município aprovou seu Plano Municipal de Saneamento Básico pela lei municipal nº 2.563, de 2017.[33]
Transportes
[editar | editar código]A malha viária do município é formada pelas rodovias estaduais MS-156 (Caarapó–Amambai–Tacuru), MS-286 (Amambai–Aral Moreira), MS-289 (Amambai–Coronel Sapucaia), MS-295 (Amambai–Paranhos) e MS-386 (Ponta Porã–Amambai–Eldorado), além da MS-165, que liga Paranhos a Coronel Sapucaia.[19][34] A distância rodoviária até Campo Grande é de aproximadamente 332 km; os acessos asfaltados ligam a sede a Ponta Porã (93 km), a Mundo Novo (162 km) e a Caarapó (77 km).[2][19]
Cultura
[editar | editar código]A padroeira do município é Nossa Senhora Auxiliadora, e o aniversário municipal é comemorado em 28 de setembro, data da lei que criou o município em 1948.[28][35] Entre os eventos do calendário cultural local destaca-se o Festibai, festival de música promovido pela prefeitura em parceria com a Associação Cultural Amambaiense, que reúne artistas e público em uma programação dedicada à música e à cultura do município.[36]
A memória do ciclo da erva-mate e da colonização da fronteira permanece presente na identidade local, assim como a presença das comunidades Guarani e Kaiowá, que mantêm suas tradições no território do município.[16][25]
Observações
[editar | editar código]- ↑ Segundo alguns autores, a ortografia do topônimo deveria ser Amambaí, por ser a pronúncia mais correta, ao invés da oficial (Amambai).[18]
Amambaienses ilustres
[editar | editar código]- Ana Castela, cantora
Referências
- 1 2 «Malha municipal: Amambai (MS)». IBGE. Consultado em 7 de outubro de 2026
- 1 2 3 Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos de Mato Grosso do Sul (AGESUL) (2015). «Seleção de variáveis - Distância de Campo Grande aos Municípios de MS». Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Econômico de Mato Grosso do Sul (SEMADE). Consultado em 23 de dezembro de 2025. Cópia arquivada em 14 de junho de 2022
- 1 2 «Distritos de Amambai (MS)». IBGE. Consultado em 7 de outubro de 2026
- ↑ «Eleições 2024 – Perfil do Prefeito Eleito Sergio Barbosa». O Tempo. Consultado em 19 de janeiro de 2025. Cópia arquivada em 23 de fevereiro de 2025
- 1 2 «Tabela 4714 - Área da unidade territorial». IBGE - Sistema SIDRA. Consultado em 7 de outubro de 2026
- ↑ «Urbanização das cidades brasileiras». Embrapa Monitoramento por Satélite. Consultado em 30 de Julho de 2008
- ↑ «Mato Grosso do Sul». Embrapa. Consultado em 19 de julho de 2011. Cópia arquivada em 15 de novembro de 2020
- ↑ IBGE. «Estimativas da população residente com data de referência 1º de julho de 2026». Estimativas de População 2026. Consultado em 7 de outubro de 2026. Cópia arquivada em 5 de outubro de 2026
- 1 2 3 «Perfil do município de Amambai». Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil. PNUD, Ipea e Fundação João Pinheiro. Consultado em 7 de outubro de 2026
- 1 2 «Produto Interno Bruto dos Municípios - Amambai». IBGE Cidades. Consultado em 7 de outubro de 2026. Cópia arquivada em 31 de outubro de 2025
- 1 2 «Município de Amambai: divisão regional». IBGE. Consultado em 7 de outubro de 2026
- 1 2 3 «Área da unidade territorial e densidade demográfica: Amambai (2022)». IBGE - Sistema SIDRA. Consultado em 7 de outubro de 2026
- 1 2 «População residente, variação absoluta e taxa de crescimento geométrico: Amambai (Censo 2022)». IBGE - Sistema SIDRA. Consultado em 7 de outubro de 2026
- 1 2 «População residente estimada: Amambai (2026)». IBGE - Sistema SIDRA. Consultado em 7 de outubro de 2026
- 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 «Amambai: histórico e formação administrativa» (PDF). Enciclopédia dos municípios brasileiros. IBGE. Consultado em 7 de outubro de 2026
- 1 2 3 4 5 «História de Amambai». Câmara Municipal de Amambai. Consultado em 7 de outubro de 2026. Cópia arquivada em 17 de abril de 2026
- 1 2 «Produto Interno Bruto a preços correntes: Amambai (2023)». IBGE - Sistema SIDRA. Consultado em 7 de outubro de 2026
- 1 2 3 «Qual a diferença entre Amambai e Amambaí?». Instituto Histórico e Geográfico de Mato Grosso do Sul (IHGMS). Consultado em 7 de outubro de 2026. Cópia arquivada em 14 de julho de 2025
- 1 2 3 4 «A Cidade». Prefeitura Municipal de Amambai. Consultado em 7 de outubro de 2026
- 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 «Modelagem técnica: estudos de engenharia, ambiental e social – volume 3: Amambai» (PDF). Empresa de Saneamento de Mato Grosso do Sul (Sanesul). 2017. Consultado em 7 de outubro de 2026. Cópia arquivada (PDF) em 6 de fevereiro de 2026
- ↑ Sistema de Monitoramento Agrometeorológico (Agritempo). «Dados Meteorológicos - Mato Grosso do Sul». Consultado em 28 de outubro de 2019. Cópia arquivada em 29 de julho de 2023
- ↑ «Consulta Dados da Estação Automática: Amambai (MS)». Instituto Nacional de Meteorologia (INMET). Consultado em 28 de outubro de 2019
- ↑ «Domicílios particulares permanentes ocupados: Amambai (Censo 2022)». IBGE - Sistema SIDRA. Consultado em 7 de outubro de 2026
- ↑ «Taxa de alfabetização das pessoas de 15 anos ou mais de idade: Amambai (Censo 2022)». IBGE - Sistema SIDRA. Consultado em 7 de outubro de 2026
- 1 2 «Esses que (não) são os outros: a presença kaiowá e guarani em Amambai, MS». Revista Nanduty (UFGD). Consultado em 7 de outubro de 2026. Cópia arquivada em 10 de abril de 2025
- ↑ Sistema IBGE de Recuperação Automática (Sidra) (2000). «População residente por religião». Consultado em 6 de abril de 2012. Cópia arquivada em 24 de setembro de 2015
- ↑ «Censo 2010 - Lista municípios e religiões, Exibir Registro». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. 2010. Consultado em 14 de maio de 2013. Arquivado do original em 8 de agosto de 2014
- 1 2 «Churches in the Diocese of Dourados». GCatholic.org. Consultado em 7 de outubro de 2026
- ↑ «Valor adicionado bruto por setores: Amambai (2021)». IBGE - Sistema SIDRA. Consultado em 7 de outubro de 2026
- ↑ «Produção agrícola municipal: lavouras temporárias e permanentes de Amambai (2023)». IBGE - Sistema SIDRA. Consultado em 7 de outubro de 2026
- ↑ «Efetivo dos rebanhos: Amambai (2023)». IBGE - Sistema SIDRA. Consultado em 7 de outubro de 2026
- ↑ «Produção de origem animal: Amambai (2023)». IBGE - Sistema SIDRA. Consultado em 7 de outubro de 2026
- ↑ «Levantamento dos planos municipais de saneamento básico e indicadores de universalização» (PDF). Agência Estadual de Regulação de Serviços Públicos de Mato Grosso do Sul (AGEMS). 2026. Consultado em 7 de outubro de 2026
- ↑ «Sistema rodoviário do Estado de Mato Grosso do Sul» (PDF). Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos (Agesul). 2017. Consultado em 7 de outubro de 2026
- ↑ «Calendário de eventos oficiais do Estado de Mato Grosso do Sul» (PDF). Fundação de Turismo de Mato Grosso do Sul (Fundtur/MS). Consultado em 7 de outubro de 2026. Cópia arquivada (PDF) em 14 de maio de 2021
- ↑ «Festibai 2026: Amambai se prepara para mais uma grande celebração da música e da cultura». Prefeitura Municipal de Amambai. Consultado em 7 de outubro de 2026




