Fátima do Sul

Município brasileiro de Mato Grosso do Sul
 Nota: Para para outros municípios com este nome, veja Fátima (desambiguação).

Fátima do Sul é um município brasileiro do estado de Mato Grosso do Sul, na Região Centro-Oeste. Segundo a divisão regional vigente do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), integra a região imediata de Dourados e a região intermediária de Dourados[13]; na divisão anterior, de 2008, pertencia à microrregião de Dourados e à mesorregião do Sudoeste de Mato Grosso do Sul.[13] O município tem 315,333 km² de área — uma das menores do estado — e população de 20 609 habitantes no Censo 2022; a estimativa do IBGE para 1º de julho de 2026 era de 21 615 habitantes.[6][14][9]

Fátima do Sul
Hino
LemaCidade favo de mel
Gentílicofatimassulense
Localização de Fátima do Sul em Mato Grosso do Sul
Localização de Fátima do Sul em Mato Grosso do Sul
Localização de Fátima do Sul em Mato Grosso do Sul
Fátima do Sul está localizado em: Brasil
Fátima do Sul
Localização de Fátima do Sul no Brasil
Mapa
Mapa de Fátima do Sul
Coordenadas: 22° 22′ 26″ S, 54° 30′ 50″ O
PaísBrasil
Unidade federativaMato Grosso do Sul
Municípios limítrofesDourados, Caarapó, Vicentina, Glória de Dourados e Deodápolis[1]
Distância até a capital232 km[2]
Fundação9 de julho de 1954 (72 anos)[3]
Emancipação11 de dezembro de 1963 (62 anos)
- de Dourados
Distritos
Lista
Governo
 • Prefeito(a)Wagner Roberto Ponsiano[5] (PSDB, 2025–2028)
Área
 • Total [6]315,333 km²
 • Urbana  est. Embrapa[7]4,309 km²
Altitude[8]352 m
População
 • Total (est. IBGE 2026[9])21 615 hab.
 • PosiçãoMS: 31º
Densidade68,5 hab./km²
Climatropical[10] (Aw)
Fuso horárioHora do Amazonas (UTC−4)
CEP79700-000
IDH (PNUD/2010[11])0,714 — alto
 • PosiçãoMS: 13º
Gini (PNUD/2010[11])0,52
 • PosiçãoMS: 58º
PIB (IBGE/2023[12])R$ 769 333,000 mil
 • PosiçãoMS: 40º
 • Per capita (IBGE/2023[12])R$ 37 329,97
Sítiofatimadosul.ms.gov.br (Prefeitura)

A ocupação do território remonta à Colônia Agrícola Nacional de Dourados, criada em 1943 pelo governo federal, e ao povoado formado às margens do rio Dourados, que recebeu sucessivamente os nomes de Porto Ubatuba e Vila Brasil antes de se tornar distrito de Dourados em 1958 e município em 1963.[3][15]

A economia municipal baseia-se na agropecuária e no comércio, com participação da agroindústria sucroenergética; em 2023, o PIB a preços correntes somou R$ 769,333 milhões, com PIB per capita de R$ 37 329,97.[12][16]

Etimologia

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O topônimo atual resultou de um plebiscito realizado após a emancipação: o nome "Vila Brasil" já não correspondia à identidade local, e uma comissão selecionou dez nomes para consulta popular — entre eles Porto Vitória, Marechal Rondon, Fátima do Sul, Campinas do Sul, Novo Planalto, Rio Brasil, Pira-Porã, Brasilândia, Novo Brasil e Culturama. O mais votado foi "Fátima do Sul", seguido de Culturama e Novo Planalto.[17] A mudança foi oficializada pela Lei Municipal nº 6, de 16 de junho de 1965, e ratificada pela Lei Estadual nº 2.591, de 31 de dezembro de 1965.[15][3]

O gentílico correspondente é fatimassulense.[3] O município é conhecido pelo apelido de "Favo de Mel", incorporado ao lema municipal.[17]

História

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Colonização e formação do povoado

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A origem de Fátima do Sul está vinculada ao processo de colonização dirigida promovido pelo governo federal no Estado Novo. Pelo Decreto-Lei nº 5.941, de 28 de outubro de 1943, o presidente Getúlio Vargas instituiu a Colônia Agrícola Nacional de Dourados (CAND), subordinada ao Ministério da Agricultura, com o objetivo de parcelar grandes extensões de terras em lotes de 30 hectares destinados a pequenos lavradores.[3][17]

A administração da colônia abriu trilhas — as chamadas "picadas" — para demarcar lotes e permitir a penetração na mata. Em 1953, a primeira zona da colônia estava totalmente colonizada; a chegada constante de migrantes forçou a expansão para leste, e uma das picadas abertas deu origem à atual BR-376, ligação entre Dourados e Fátima do Sul.[3] À margem esquerda do rio Dourados formou-se um núcleo de habitações simples, muitas de pau-a-pique cobertas de sapé, que recebeu inicialmente nomes como Barranca, Porto Ubatuba e Porto Vitória; ali foram instalados os primeiros armazéns, farmácias e casas de tecidos. A travessia do rio era feita por uma balsa construída sobre tambores metálicos, operada por Evaristo, proprietário da primeira embarcação do local; em uma das travessias, a balsa sobrecarregou e mais de quinze pessoas morreram.[3]

Em 8 de novembro de 1953, o frei Frederico Miés celebrou a primeira missa no povoado e, consultado sobre o nome da vila, sugeriu "Vila Brasil", em referência à diversidade de origem dos colonos.[3][17] Em 9 de julho de 1954, cerca de 450 homens atravessaram o rio e iniciaram, por conta própria, a demarcação e distribuição de lotes na margem direita — movimento contrário ao plano da administração da colônia, que previa a formação de uma cidade onde hoje está Glória de Dourados. A ocupação prosseguiu e a nova área cresceu rapidamente, com uma feira livre que se formava aos domingos ao longo da atual Avenida 9 de Julho.[3][17] Em 12 de outubro de 1954 foi construída a primeira capela, dedicada a Nossa Senhora Aparecida, e em 30 de maio de 1957 foi inaugurada a Igreja Matriz provisória; a paróquia local foi criada em 31 de agosto de 1963.[3]

Formação administrativa

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Vila Brasil foi elevada à categoria de distrito do município de Dourados pela Lei Estadual nº 1.125, de 17 de novembro de 1958, projeto do deputado estadual Wilson Dias Pinho; na época, o distrito abrangia áreas que hoje pertencem a Jateí e a Glória de Dourados.[3][15][17] O movimento pela emancipação organizou-se em 1963, liderado por uma comissão presidida por José Alves da Silva, e culminou na Lei Estadual nº 2.057, de 11 de dezembro de 1963, que elevou o distrito à categoria de município.[3][15] Em 20 de dezembro do mesmo ano, a Lei Estadual nº 2.095 criou o distrito de Vicentina, anexado ao novo município; a elevação à comarca de primeira entrância ocorreu em 28 de outubro de 1964, e as primeiras eleições municipais realizaram-se no início de 1964, elegendo Antonio Gabriel Moreira como primeiro prefeito, empossado em 2 de maio de 1965.[3][15] A instalação do município ocorreu em 18 de maio de 1965, conforme a formação administrativa do IBGE.[15]

Ainda em 1965, a Câmara Municipal aprovou a mudança do nome do município, confirmada no plano estadual no fim daquele ano.[3][15] Pela Lei Estadual nº 3.730, de 4 de junho de 1976, foi criado o distrito de Culturama; em 1987, a Lei Estadual nº 725 desmembrou o distrito de Vicentina, elevado a município. Desde então, o município é constituído por dois distritos: Fátima do Sul (sede) e Culturama.[15][4] Com a criação do estado de Mato Grosso do Sul pela lei complementar federal nº 31, de 11 de outubro de 1977, o município passou a integrar a nova unidade federativa.[18]

Geografia

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Localização

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A sede municipal localiza-se a 22°22'26" de latitude sul e 54°30'50" de longitude oeste, a cerca de 232 km de Campo Grande por rodovia.[2] O município limita-se com Dourados, Caarapó, Vicentina, Glória de Dourados e Deodápolis.[1] Com área de 315,333 km², apresentava densidade demográfica de 65,36 habitantes por quilômetro quadrado no Censo 2022.[6]

O clima da região é marcado por verão chuvoso e inverno seco, com chuvas intensas entre outubro e março e redução entre abril e setembro, resultando em precipitação média anual de 1 500 a 1 700 milímetros; as temperaturas médias anuais variam de 22 °C a 24 °C.[10] Segundo o estudo estadual de dimensão territorial, as precipitações são regulares na maior parte do município, com período seco inferior a quatro meses na porção leste do território.[16]

Relevo e hidrografia

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O relevo do município compreende o Planalto de Dourados e a unidade dos Divisores das Sub-Bacias Meridionais, com topografia plana e de dissecação e altitude de aproximadamente 352 metros; cerca de 84,98% do território é recoberto por latossolo vermelho.[10] O estudo estadual registra topografia ondulada na maior parte do município, com áreas planas em menores proporções, e solos de textura argilosa e fertilidade natural variável.[16] O município situa-se sobre a bacia sedimentar do Paraná, com rochas basálticas da Formação Serra Geral.[16]

O principal curso d'água é o rio Dourados, que atravessa o município e cuja travessia marcou a formação do povoado.[3] O território integra a bacia hidrográfica do rio Paraná, uma das duas grandes bacias que dividem o estado de Mato Grosso do Sul.[16]

Vegetação

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A paisagem original da área era recoberta por mata, o que exigiu a abertura de picadas para a colonização.[3] A região da Grande Dourados passou por rápido crescimento econômico baseado em grandes lavouras e na pecuária, de modo que resta pouco da cobertura vegetal original.[16]

Demografia

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No Censo 2022, Fátima do Sul tinha 20 609 habitantes e 7 847 domicílios particulares permanentes ocupados; a taxa de alfabetização das pessoas de 15 anos ou mais de idade era de 92,38%.[14][19][20] A estimativa populacional do IBGE para 1º de julho de 2026 é de 21 615 habitantes.[9]

No Censo 2010, 89,13% da população era urbana, com 16 956 moradores na área urbana e 2 068 na rural; do total, 9 360 eram homens e 9 664, mulheres.[16] O IDHM do município era de 0,714 em 2010, tendo evoluído de 0,473 em 1991 e 0,596 em 2000; o índice de Gini era de 0,52 em 2010.[11][16]

Religião

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Segundo o Censo 2010, 93,68% da população era cristã — sendo 69,36% católicos, 14,28% evangélicos de origem pentecostal, 5,42% evangélicos de missão, 0,48% restauracionistas e 4,70% de outros grupos cristãos. Entre as demais denominações, registravam-se 0,56% de espíritas, 0,28% de religiões orientais e 0,02% de religiões afro-brasileiras; os sem religião somavam 4,60%, e 0,29% não declararam religião.[21][22]

Economia

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Em 2023, o PIB municipal a preços correntes foi de R$ 769 333 mil, com PIB per capita de R$ 37 329,97.[12] Em 2012, o valor adicionado bruto municipal somava R$ 220,5 milhões, concentrado nos serviços (R$ 160,9 milhões), seguidos pela indústria (R$ 36,8 milhões) e pela agropecuária (R$ 22,8 milhões).[16]

A agricultura tem participação relevante na economia local. A Produção Agrícola Municipal de 2023 registrou 28 807 hectares de área plantada ou destinada à colheita e valor total da produção de R$ 163 098 mil.[23] Entre os produtos, a soja ocupou 14 029 hectares, com valor de produção de R$ 106 632 mil; o milho ocupou 13 040 hectares, com R$ 38 212 mil; e a cana-de-açúcar, 1 227 hectares, com R$ 11 216 mil.[24] Na pecuária, o efetivo bovino era de 17 862 cabeças em 2023.[25]

O município integra a região da Grande Dourados, que se consolidou como polo de produção de açúcar e álcool no estado; segundo o estudo estadual, Fátima do Sul é um dos municípios que abrigam unidades industriais do setor sucroenergético na região.[16] Em 2013, o município registrava 38 estabelecimentos industriais, 15 de comércio atacadista e 376 de comércio varejista.[16]

Infraestrutura

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Educação

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Em 2013, o município dispunha de 13 escolas de educação básica — seis municipais, quatro estaduais e três particulares — e 139 salas de aula.[16]

Saúde

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Em 2013, o município tinha dois hospitais gerais, sete centros de saúde ou unidades básicas e 92 leitos hospitalares.[16]

Transportes

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O principal acesso rodoviário é a BR-376, que liga Fátima do Sul a Dourados e teve origem em uma das picadas abertas durante a colonização da Colônia Agrícola Nacional de Dourados.[3] A distância rodoviária até Campo Grande é de aproximadamente 232 km.[2]

Cultura

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A padroeira do município é Nossa Senhora de Fátima; a Igreja Matriz local teve suas obras iniciadas em 1964.[26][3] O aniversário do município, em julho, é celebrado com o Fátima Fest, festival com shows e programação comemorativa que reúne moradores e visitantes.[27]

Entre os espaços de lazer e turismo do município estão o Parque Aquático e Ambiental, o Bosque da Paz, o Horto Florestal, o Parque de Eventos Beira Rio, a Praça Getúlio Vargas e a ponte sobre o rio Dourados.[26]

Ver também

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Referências

  1. 1 2 «Malha municipal: Fátima do Sul (MS)». IBGE. Consultado em 7 de outubro de 2026
  2. 1 2 3 Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos de Mato Grosso do Sul (AGESUL) (2015). «Seleção de variáveis - Distância de Campo Grande aos Municípios de MS». Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Econômico de Mato Grosso do Sul (SEMADE). Consultado em 23 de dezembro de 2025. Cópia arquivada em 14 de junho de 2022
  3. 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 «História do Município». Prefeitura Municipal de Fátima do Sul. Consultado em 7 de outubro de 2026. Cópia arquivada em 21 de maio de 2026
  4. 1 2 «Distritos de Fátima do Sul (MS)». IBGE. Consultado em 7 de outubro de 2026
  5. ↑ «Confira os Prefeitos eleitos e reeleitos no MS». Assomasul - Associação dos Municípios de Mato Grosso do Sul. Consultado em 7 de outubro de 2026
  6. 1 2 3 «Tabela 4714 - Área da unidade territorial». IBGE - Sistema SIDRA. Consultado em 7 de outubro de 2026. Cópia arquivada em 4 de outubro de 2026
  7. ↑ «Urbanização das cidades brasileiras». Embrapa Monitoramento por Satélite. Consultado em 30 de Julho de 2008. Cópia arquivada em 13 de maio de 2020
  8. ↑ «Mato Grosso do Sul». Embrapa. Consultado em 19 de julho de 2011
  9. 1 2 3 IBGE. «Estimativas da população residente com data de referência 1º de julho de 2026». Estimativas de População 2026. Consultado em 7 de outubro de 2026
  10. 1 2 3 «Subsídios para utilização da energia geotérmica superficial na climatização de edificações: comportamento térmico do solo latossolo vermelho nas regiões Sudeste e Centro-Oeste do Brasil». Revista Observatório de la Economía Latinoamericana. 2023. Consultado em 7 de outubro de 2026. Cópia arquivada em 12 de outubro de 2023
  11. 1 2 3 «Perfil do município de Fátima do Sul». Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil. PNUD, Ipea e Fundação João Pinheiro. Consultado em 7 de outubro de 2026
  12. 1 2 3 4 «Produto Interno Bruto dos Municípios - Fátima do Sul». IBGE Cidades. Consultado em 7 de outubro de 2026
  13. 1 2 «Município de Fátima do Sul: divisão regional». IBGE. Consultado em 7 de outubro de 2026
  14. 1 2 «População residente: Fátima do Sul (Censo 2022)». IBGE - Sistema SIDRA. Consultado em 7 de outubro de 2026
  15. 1 2 3 4 5 6 7 8 «Fátima do Sul: histórico e formação administrativa» (PDF). Enciclopédia dos municípios brasileiros. IBGE. Consultado em 7 de outubro de 2026
  16. 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 «Estudo da dimensão territorial do estado de Mato Grosso do Sul: regiões de desenvolvimento» (PDF). Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (Semadesc). 2015. Consultado em 7 de outubro de 2026. Cópia arquivada (PDF) em 30 de julho de 2026
  17. 1 2 3 4 5 6 «Criação do município de Fátima do Sul». Instituto Histórico e Geográfico de Mato Grosso do Sul (IHGMS). Consultado em 7 de outubro de 2026. Cópia arquivada em 5 de julho de 2025
  18. ↑ «Lei Complementar nº 31, de 11 de outubro de 1977». Presidência da República. Consultado em 7 de outubro de 2026. Cópia arquivada em 3 de outubro de 2026
  19. ↑ «Domicílios particulares permanentes ocupados: Fátima do Sul (Censo 2022)». IBGE - Sistema SIDRA. Consultado em 7 de outubro de 2026
  20. ↑ «Taxa de alfabetização das pessoas de 15 anos ou mais de idade: Fátima do Sul (Censo 2022)». IBGE - Sistema SIDRA. Consultado em 7 de outubro de 2026
  21. ↑ Sistema IBGE de Recuperação Automática (Sidra) (2000). «População residente por religião». Consultado em 6 de abril de 2012
  22. ↑ «Censo 2010 - Lista municípios e religiões, Exibir Registro». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. 2010. Consultado em 14 de maio de 2013. Arquivado do original em 8 de agosto de 2014
  23. ↑ «Produção agrícola municipal: lavouras temporárias e permanentes de Fátima do Sul (2023)». IBGE - Sistema SIDRA. Consultado em 7 de outubro de 2026
  24. ↑ «Soja, milho e cana-de-açúcar: Fátima do Sul (2023)». IBGE - Sistema SIDRA. Consultado em 7 de outubro de 2026
  25. ↑ «Efetivo bovino: Fátima do Sul (2023)». IBGE - Sistema SIDRA. Consultado em 7 de outubro de 2026
  26. 1 2 «Fátima do Sul – MS». Superintendência do Desenvolvimento do Centro-Oeste (Sudeco). Consultado em 7 de outubro de 2026
  27. ↑ «Confira a programação completa do Fátima Fest 2026 em Fátima do Sul». Fátima News. 6 de julho de 2026. Consultado em 7 de outubro de 2026. Cópia arquivada em 7 de julho de 2026

Ligações externas

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