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Scopus (base de dados bibliográfica)

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
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Scopus
Logotipo da Scopus
Tipo de sítioBase de dados bibliográfica de resumos e citações
Proprietário(s)Elsevier
Requer pagamento?Assinatura
País de origemPaíses Baixos
Idioma(s)Publicações em 40 idiomas[1]
Lançamento2004
Área(s) servida(s)Mundial
DesenvolvedorElsevier
Endereço eletrônicoscopus.com
Estado atualEm atividade
ISSN2588-9885

Scopus é uma base de dados bibliográfica de resumos e citações de trabalhos científicos, lançada pela editora Elsevier em 2004 para concorrer com a Web of Science, que já existia.[2] Arezoo Aghaei Chadegani e seus coautores avaliaram a concorrência entre as duas bases como intensa e a relacionaram à melhoria contínua da cobertura e dos recursos de busca e análise. Os preços, negociados por instituição, dificultam a comparação dos custos.[3] A The Lens [en] oferece uma alternativa de acesso gratuito para a pesquisa de publicações científicas.[4]

Os periódicos indexados passam por seleção e reavaliação de qualidade. A Scopus disponibiliza indicadores como o índice h, o CiteScore, o SCImago Journal Rank, ou SJR, e o SNIP [en].[1] A indexação na base é usada como critério de avaliação de publicações por agências de financiamento e instituições que estabelecem requisitos para a obtenção de graus acadêmicos.[5][6]

A Scopus também permite pesquisar patentes por meio da base especializada LexisNexis, embora com recursos limitados.[7] A cobertura reúne as bases do Escritório de Patentes e Marcas dos Estados Unidos, do Instituto Europeu de Patentes, do Escritório de Patentes do Japão, da Organização Mundial da Propriedade Intelectual e do Escritório de Propriedade Intelectual do Reino Unido.[1][8]

Visão geral

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A cobertura da Scopus abrange ciências da vida, ciências sociais, ciências físicas e ciências da saúde, com registros de publicações desde 1788 e atualização diária.[1] Em fevereiro de 2025, a base chegou a 100 milhões de registros.[9]

A base reúne resumos e citações de artigos, livros, capítulos e trabalhos de congressos. Também permite consultar artigos aceitos e ainda não publicados em sua versão definitiva, artigos de dados, editoriais, erratas, cartas, notas, pré-publicações, artigos retratados, artigos de revisão e revisões breves.[1]

Em uma comparação publicada em 2006, Judy F. Burnham avaliou a facilidade de uso e a cobertura da Scopus e da Web of Science, também chamada de WoS. Sobre a Scopus, escreveu que "é fácil navegar, mesmo para quem está começando. Se o usuário conhece recursos de busca como menus suspensos e caixas de seleção, pesquisar será uma tarefa simples com o sistema de busca intuitivo. A possibilidade de partir de uma citação para buscar trabalhos anteriores e posteriores seria muito útil ao pesquisador. O caráter multidisciplinar permite ao pesquisador buscar facilmente fora de sua área". Sobre a cobertura, observou que "uma vantagem da WoS sobre a Scopus é a profundidade da cobertura, pois a base completa da WoS remonta a 1945 e a Scopus, a 1966. No entanto, a Scopus e a WoS se complementam, já que nenhuma das duas abrange tudo".[10] Comparações entre as bases encontraram diferenças de cobertura conforme a área e o período analisados.[3]

As buscas avançadas usam operadores que permitem controlar a proximidade das palavras. Na WoS, o operador NEAR/n procura termos próximos, independentemente da ordem. A Scopus também oferece PRE/n, que exige uma ordem específica. Assim, uma busca pode distinguir a sequência "câncer e tratamento" de "tratamento do câncer".[11][12]

As bases também diferem na indexação de palavras-chave, o que altera os resultados das buscas por assunto. Uma comparação de sistemas de informação química examinou essas diferenças nos títulos, resumos e palavras-chave dos artigos e encontrou resultados que dependiam das políticas de indexação adotadas por cada sistema.[13] Os campos disponíveis para exportação variam com o formato escolhido. Nos arquivos RIS [en], a Scopus exporta o DOI do documento, mas não suas referências bibliográficas completas. O limite de exportação nesse formato é de 20.000 documentos por operação.[14][15] Em 2020, a WoS oferecia uma opção de exportação de até 5.000 registros com um conjunto reduzido de dados.[16]

A Scopus permite pesquisar substâncias por número CAS e nome químico. A WoS também recupera nomes químicos presentes nos títulos, resumos e palavras-chave. A Scopus acrescenta números CAS e termos de vocabulários especializados à indexação. O SciFinder oferece recursos específicos para a pesquisa de substâncias químicas.[17] A WoS oferece ainda pesquisa por estrutura química, cuja cobertura depende da assinatura dos índices especializados Index Chemicus e Current Chemical Reactions.[18]

A Scopus oferece perfis de autores com seus vínculos institucionais, número de publicações, dados bibliográficos, referências e quantidade de citações recebidas por cada documento. Usuários cadastrados podem receber alertas sobre alterações em um perfil e calcular o índice h de um autor.[1] Em 2016, foi lançado o site gratuito Scopus CiteScore.[19] O serviço oferece dados de citações de mais de 25.000 títulos ativos, como periódicos, anais de congressos e livros, e uma alternativa ao fator de impacto.[1] O fator de impacto pode ter correlação negativa com a confiabilidade dos trabalhos publicados.[20]

Os identificadores de autores da Scopus podem ser integrados ao ORCID, um identificador digital não proprietário.[21]

Em 2018, a Scopus começou a incorporar informações parciais sobre o acesso aberto aos trabalhos, com dados do serviço Unpaywall [en].[22] O campo que informa a disponibilidade em acesso aberto não é incluído nas exportações em formato RIS.[14]

O número de publicações indexadas varia entre as bases de pesquisa acadêmica [en]. Em 2024, Alaa Tarazi, da Universidade da Jordânia, comparou a cobertura dos trabalhos da instituição em diferentes bases. A Scopus reuniu mais publicações, seguida pela Web of Science e pela The Lens.[23]

Uma comparação publicada na Espanha em 2024 apresentou a The Lens, que reúne dados da Crossref, PubMed, CORE e OpenAlex, com mais de 247 milhões de registros bibliográficos. A OpenAlex, também gratuita, tinha cerca de 240 milhões de publicações. A Scilit, serviço gratuito da MDPI [en], reunia 149 milhões de publicações obtidas da Crossref, PubMed, repositórios de pré-publicações e editoras. A coleção principal da Web of Science tinha 85 milhões de registros, e a Scopus, 78 milhões. Esses números são os utilizados no trabalho, cuja coleta de dados terminou em junho de 2022. A comparação de publicações retratadas encontrou sobreposição entre as bases, sem que nenhuma cobrisse toda a amostra.[4]

Uma pesquisa de 2025 de uma universidade médica da China, restrita a trabalhos sobre lentes de contato esclerais [en], encontrou 3,6% mais publicações na Scopus do que na Web of Science.[24]

Seleção de conteúdo e conselho consultivo

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A Elsevier é proprietária da Scopus e publica periódicos científicos. Para evitar conflitos de interesse na escolha dos títulos e manter uma política de cobertura aberta e transparente, independentemente da editora, foi criado em 2009 um conselho internacional independente, o Content Selection and Advisory Board, ou CSAB. O conselho reúne cientistas e bibliotecários especializados por área.[25] As críticas ao possível conflito de interesses prosseguiram.[26]

O CSAB decide quais títulos entram na Scopus e quais deixam de ter novos conteúdos indexados. Em 2024, a base recebia cerca de 3.500 propostas de novos títulos por ano e aceitava aproximadamente 25% delas. A lista de periódicos e livros era atualizada de duas a três vezes por ano.[27] A política de reavaliação de 2021 previa nova análise de periódicos por problemas nos padrões de publicação, desempenho abaixo dos parâmetros estabelecidos ou fora do esperado, ou como parte do acompanhamento contínuo do conteúdo.[6]

Entre 2016 e outubro de 2021, o CSAB reavaliou 990 títulos de 539 editoras. Desse total, 536 deixaram de ter novos conteúdos indexados.[6] A lista de títulos descontinuados também foi disponibilizada pela Elsevier em uma planilha de junho de 2021.[28] Em 2024, a Scopus abrangia cerca de 28.000 periódicos ativos e quase 300.000 livros.[27]

A seleção e a reavaliação não impediram a presença de periódicos predatórios na base, examinada em trabalhos publicados em 2017 e 2021.[29][30]

Jonathan P. Tennant criticou a apresentação da Scopus e da WoS como bases globais. Para ele, elas têm um viés estrutural contra trabalhos de países não ocidentais, publicações em idiomas diferentes do inglês e pesquisas em artes, humanidades e ciências sociais.[31]

Indicadores derivados de citações

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Ver também Source Normalized Impact per Paper [en], Field-weighted Citation Impact [en] e Bases de dados de autores de todas as áreas com indicadores de citação padronizados [en].

CiteScore

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O CiteScore, ou CS, de um periódico científico é um indicador da média anual de citações a artigos recentes publicados nele. É calculado pela Elsevier a partir das citações da base Scopus. Para cada periódico, também são divulgadas sua posição na classificação e sua posição percentual dentro de uma área de conhecimento.[32]

O indicador foi lançado em dezembro de 2016 como alternativa ao fator de impacto do Journal Citation Reports, ou JCR, calculado pela Clarivate. O CiteScore usa as citações recebidas por trabalhos publicados em uma janela de quatro anos. O fator de impacto do JCR usa janelas de dois ou cinco anos. A metodologia de quatro anos foi adotada com a divulgação do CiteScore 2019, em junho de 2020.[32] Quando o indicador foi lançado, o especialista em bibliometria Carl Bergstrom [en] questionou sua neutralidade por entender que favorecia os títulos da Elsevier em relação aos da Nature.[33]

SCImago Journal Rank

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O SCImago Journal Rank, ou SJR, é um indicador de avaliação de periódicos científicos que leva em conta a quantidade de citações recebidas e o prestígio dos periódicos em que essas citações foram feitas.[34]

Ver também

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Referências

  1. 1 2 3 4 5 6 7 «Scopus Content Coverage Guide» (PDF). Elsevier (em inglês). Março de 2023. Consultado em 14 de fevereiro de 2025. Cópia arquivada (PDF) em 1 de outubro de 2026
  2. ↑ Goodman, David; Deis, Louise (janeiro de 2005). «Web of Science (2004 version) and Scopus». Annual Reviews. The Charleston Advisor (em inglês). 6 (3): 5–21. ISSN 1525-4011. eISSN 1525-4003. Consultado em 12 de agosto de 2023. Cópia arquivada em 23 de maio de 2025
  3. 1 2 Aghaei Chadegani, Arezoo; Salehi, Hadi; Md Yunus, Melor; Farhadi, Hadi; Fooladi, Masood; Farhadi, Maryam; Ale Ebrahim, Nader (2013). «A Comparison between Two Main Academic Literature Collections: Web of Science and Scopus Databases» (PDF). Asian Social Science (em inglês). 9 (5): 18–26. doi:10.5539/ass.v9n5p18
  4. 1 2 Ortega, José Luis; Delgado‑Quirós, Lorena (28 de junho de 2024). «The indexation of retracted literature in seven principal scholarly databases: a coverage comparison of dimensions, OpenAlex, PubMed, Scilit, Scopus, The Lens and Web of Science». Springer Nature. Scientometrics (em inglês). 129 (7): 3769–3785. ISSN 0138-9130. doi:10.1007/s11192-024-05034-y. eISSN 1588-2861 · hdl:10261/382751
  5. ↑ Huang, Ying; Li, Ruinan; Zhang, Lin; Sivertsen, Gunnar (8 de abril de 2021). Yang, Liying, ed. «A comprehensive analysis of the journal evaluation system in China». The MIT Press. Quantitative Science Studies (em inglês). 2 (1): 300–326. doi:10.1162/qss_a_00103. eISSN 2641-3337 · hdl:11250/2733769. Consultado em 19 de maio de 2023
  6. 1 2 3 «The importance of high-quality content: curation and reevaluation in Scopus» (PDF) (em inglês). Outubro de 2021. Consultado em 12 de setembro de 2026. Cópia arquivada (PDF) em 10 de outubro de 2021
  7. ↑ Kulkarni, A. V.; Aziz, B.; Shams, I.; Busse, J. W. (2009). «Comparisons of Citations in Web of Science, Scopus, and Google Scholar for Articles Published in General Medical Journals». JAMA (em inglês). 302 (10): 1092–6. PMID 19738094. doi:10.1001/jama.2009.1307
  8. ↑ «Patents and Trademarks | Library databases that contain Patents». University of South Florida (em inglês). 14 de fevereiro de 2025. Consultado em 14 de fevereiro de 2025. Cópia arquivada em 15 de dezembro de 2025
  9. ↑ Feldner, Doug (3 de março de 2025). «Scopus data crosses the 100 million item threshold!». Elsevier Scopus Blog (em inglês). Consultado em 12 de setembro de 2026. Cópia arquivada em 15 de setembro de 2026
  10. ↑ Burnham, Judy F. (8 de março de 2006). «Scopus database: a review». BioMed Central. Biomedical Digital Libraries (em inglês). 3 (1): 1. ISSN 1742-5581. PMC 1420322Acessível livremente. PMID 16522216. doi:10.1186/1742-5581-3-1
  11. ↑ Echchakoui, Saïd (2020). «Why and how to merge Scopus and Web of Science during bibliometric analysis: The case of sales force literature from 1912 to 2019». Journal of Marketing Analytics (em inglês). 8 (3): 165–184. doi:10.1057/s41270-020-00081-9. S2CID 256510471. Consultado em 18 de maio de 2023. Cópia arquivada em 18 de maio de 2023. (pede subscrição (ajuda))
  12. ↑ «How can I best use the Advanced search?». Scopus Support Center (em inglês). Elsevier. Consultado em 12 de setembro de 2026
  13. ↑ «Chemical bibliographic databases: the influence of term indexing policies on topic searches». New Journal of Chemistry (em inglês). 2015. doi:10.1039/C5NJ01077B
  14. 1 2 «What fields are used when exporting documents from Scopus?». Scopus Support Center (em inglês). Elsevier. Consultado em 12 de setembro de 2026
  15. ↑ «How do I export documents from Scopus?». Scopus Support Center (em inglês). Elsevier. Consultado em 12 de setembro de 2026
  16. ↑ Delgado, Anne (24 de novembro de 2020). «Session A2 – Utilize a personal account to save, analyze and export» (PDF) (em inglês). Clarivate. Consultado em 12 de setembro de 2026
  17. ↑ «Identification of environmentally relevant chemicals in bibliographic databases: a comparative analysis». SpringerPlus (em inglês). 2: 255. 2013. doi:10.1186/2193-1801-2-255
  18. ↑ «Structure Search». Web of Science (em inglês). Clarivate. Consultado em 12 de setembro de 2026
  19. ↑ «Sources». Scopus (em inglês). Consultado em 26 de junho de 2018. Cópia arquivada em 27 de dezembro de 2016
  20. ↑ Brembs, Björn (2018). «Prestigious Science Journals Struggle to Reach Even Average Reliability». Frontiers in Human Neuroscience (em inglês). 12: 37. PMC 5826185Acessível livremente. PMID 29515380. doi:10.3389/fnhum.2018.00037
  21. ↑ «Scopus2Orcid» (em inglês). Scopus. Consultado em 7 de maio de 2014. Arquivado do original em 24 de julho de 2014
  22. ↑ Else, Holly (15 de agosto de 2018). «How Unpaywall is transforming open science». Nature (em inglês). 560 (7718): 290–291. Bibcode:2018Natur.560..290E. PMID 30111793. doi:10.1038/d41586-018-05968-3
  23. ↑ Tarazi, Alaa (1 de junho de 2024). «Comparative Analysis of the Bibliographic Data Sources Using PubMed, Scopus, Web of Science, and Lens: Comparative Analysis of Bibliographic Data Sources». High Yield Medicine. High Yield Medical Reviews (em inglês). 2 (1). ISSN 2960-1630. doi:10.59707/hymrUNHW4628. Consultado em 29 de maio de 2025
  24. ↑ Yin, Min; Zhao, Chenpei; You, Jia; Ding, Wenzhi; Jiang, Dongdong; Tian, Yuyin; Shi, Lin; Leng, Lin (14 de fevereiro de 2025). Berry, Simon, ed. «Bibliometric and Visual Analysis of the Status of Scleral Lens Research Based on the Web of Science Database and Scopus Database (2014-2024)». Dove Medical Press. Clinical Optometry (em inglês). 17: 47–60. ISSN 1179-2752. PMC 11834708Acessível livremente. PMID 39967862. doi:10.2147/OPTO.S495970
  25. ↑ «Scopus Content Overview: Content Policy and Selection». Scopus Info (em inglês). Elsevier. Consultado em 4 de setembro de 2013. Cópia arquivada em 24 de abril de 2015
  26. ↑ «Elsevier are corrupting open science in Europe». TheGuardian.com (em inglês). 29 de junho de 2018. Consultado em 14 de agosto de 2021. Cópia arquivada em 5 de janeiro de 2021
  27. 1 2 Wilches-Visbal, J. H.; Pérez-Anaya, O.; Castillo-Pedraza, M. C. (2024). «Discontinued reasons of journals in SCOPUS: analysis and reflections». Bibliotecas. Anales de Investigación (em inglês). 20 (1). Cópia arquivada em 5 de dezembro de 2025
  28. ↑ «extlistJune2021» (em inglês). Consultado em 21 de julho de 2021. Arquivado do original em 21 de julho de 2021
  29. ↑ «IDEA Study 2 2017 Predatory journals in Scopus». idea-en.cerge-ei.cz (em inglês). Consultado em 14 de agosto de 2021. Cópia arquivada em 27 de julho de 2021
  30. ↑ Singh Chawla, Dalmeet (8 de fevereiro de 2021). «Hundreds of 'predatory' journals indexed on leading scholarly database». Nature (em inglês). PMID 33558751. doi:10.1038/d41586-021-00239-0. S2CID 231871351
  31. ↑ Tennant, Jonathan P. (27 de outubro de 2020). «Web of Science and Scopus are not global databases of knowledge». European Science Editing (em inglês). 46: e51987. ISSN 2518-3354. doi:10.3897/ese.2020.e51987
  32. 1 2 «How are CiteScore metrics used in Scopus?». Scopus: Access and use Support Center (em inglês). 29 de julho de 2022. Consultado em 24 de maio de 2023
  33. ↑ Straumsheim, Carl. «How to Measure Impact». Inside Higher Ed (em inglês). Consultado em 13 de agosto de 2023. Cópia arquivada em 3 de outubro de 2026
  34. ↑ «What is SCImago Journal Rank (SJR)?». Scopus Support Center (em inglês). Elsevier. 3 de setembro de 2024. Consultado em 12 de setembro de 2026

Ligações externas

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