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Luis González Bravo

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Luis González Bravo
Nascimento8 de julho de 1811
Cádis
Morte1 de setembro de 1871 (60 anos)
Biarritz
CidadaniaEspanha
Alma mater
Ocupaçãojornalista, diplomata, advogado, político, chefe de governo
Distinções
  • Cavaleiro da Ordem do Tosão de Ouro (1867)
  • cavaleiro da Ordem de Carlos III (1844)
Cargo(s)
Presidente do Conselho de Ministros (1868–1868)
AntecessorRamón María Narváez
SucessorJosé Gutiérrez de la Concha, 1st Marquis of Havana
member of the Cortes during the reign of Isabel II (1867–1868)
ministro de Gobernación (1866–1868)
AntecessorJosé de Posada Herrera
SucessorCayetano Bonafós
member of the Cortes during the reign of Isabel II (1864–1865)
ministro de Gobernación (1864–1865)
AntecessorAntonio Cánovas del Castillo
SucessorJosé de Posada Herrera
member of the Cortes during the reign of Isabel II (1863–1864)
Member of the Royal Spanish Academy (1863–1871)
AntecessorFrancisco Martínez de la Rosa
SucessorAntonio Benavides Fernández de Navarrete
member of the Cortes during the reign of Isabel II (1858–1863)
…

Luis González Bravo (Cádis, 8 de julho de 1811 — Biarritz, 1 de setembro de 1871) foi um jornalista e político espanhol.[1]

Estudou direito em Alcalá de Henares. Militante do partido progressista durante a Regência de Maria Cristina de Bourbon, participou na Milícia Nacional. Foi deputado por Cádiz em 1841, adquirindo mais temperança e moderação, o que lhe permitiu, com o apoio de Ramón María Narváez y Campos, ser nomeado Presidente do Conselho de Ministros, de 5 de dezembro de 1843 a 3 de maio de 1844.[1][2] Trabalhou para Narváez dissolvendo a Milícia Nacional e os ajuntamentos, impôs a censura à imprensa e acusou Salustiano Olózaga de intrigar contra a futura rainha Isabel II, quando era Presidente do Conselho. Criou a Guarda Civil.

Sua caída do governo o levou como diplomata a Lisboa. Depois de seu regresso à Espanha e antes de seu discurso violento contra os próprios companheiros que o haviam apoiado, fugiu durante a revolução de 1854, temendo por sua vida. Já em 1864, foi nomeado Ministro do Governo com Narváez, quando a política espanhola havia adquirido um claro tom reacionário, sendo responsável pelos chamados sucessos da noite de São Daniel. Demitiu-se em 1865 e regressou ao cargo no ano seguinte. Em 1868 foi nomeado, novamente, para a Presidência Conselho de Ministros. Sua atuação visceral foi mais um dos elementos que desataram a revolução de 1868 que deu passo ao Sexênio Revolucionário e à queda de Isabel II. Exilou-se em Biarritz e se uniu aos carlistas. Foi membro da Real Academia Espanhola.

Referências

  1. 1 2 Hughes, Terence McMahon (1845). Revelations of Spain in 1845, by an English resident [T.M. Hughes]. (em inglês). Londres: Henrt Colburn, Publisher. pp. 190–193
  2. ↑ Goitia, José Ramón de Urquijo y (2008). Gobiernos y ministros españoles en la edad contemporánea (em espanhol). Madrid: Editorial CSIC - CSIC Press. p. 45
Precedido por
Salustiano Olózaga
Presidente do Conselho de Ministros de Espanha
1843 - 1844
Sucedido por
Ramón María Narváez
Precedido por
Ramón María Narváez
Presidente do Conselho de Ministros de Espanha
1868
Sucedido por
José Gutiérrez de la Concha
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