Ir para o conteúdo

Tentativa de fusão entre Oi e Portugal Telecom

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
(Redirecionado de CorpCo)
Tentativa de fusão entre Oi e Portugal Telecom
IniciadorOi
AlvoPortugal Telecom
TipoFusão
Iniciado2 de outubro de 2013
Cancelado16 de janeiro de 2015
Entidade resultanteCorpCo
StatusNão concluída; ativos da Portugal Telecom vendidos à Altice

Em 2 de outubro de 2013, a Oi e a Portugal Telecom, comunicaram a fusão recebendo o nome de CorpCo, uma holding controladora das duas empresas.[1] O CEO seria Zeinal Bava. [2]

No processo de fusão, a Oi recebeu ativos da PT Telecom (incluindo ativos da empresa na África e na Ásia) e incorporou a Telemar.[2] No entanto, os ativos operacionais portugueses foram vendidos para a empresa de telecomunicações neerlandesa Altice em 2015 e a fusão não foi concluída.[3]

Em 2016, a Oi pediu recuperação judicial pela primeira vez.[4] Foi concluída em 2022, mas depois pediu pela segunda vez em março do ano seguinte.[5][6]

Em 10 de novembro de 2025, a Oi teve falência decretada pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro – mantendo a Oi Soluções fora da falência –,[7] no entanto, acatando a pedidos de credores, suspendeu os efeitos da decretação de falência e determinou a continuidade do processo de recuperação judicial.[8][9][10] Em 25 de agosto de 2026, o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro decretou a falência da Oi pela segunda vez, após ter tido o encerramento suspenso anteriormente.[11]

Antecedentes

[editar | editar código]

Em 1 de janeiro de 2010, a Portugal Telecom[12] assinou um contrato com vista à aquisição de 22,4% da Oi iniciando uma parceria estratégica entre ambas as empresas. No mesmo ano, é anunciado a compra da Portugal Telecom pela Oi.[13] Inicialmente as duas empresas avaliaram uma possível fusão no ano seguinte.[14]

Em 28 de fevereiro de 2012, a Oi anuncia a permuta de ações para reestruturação da empresa, passando a deter 10% das ações ordinárias da Portugal Telecom.[15][16]

História

[editar | editar código]

Em 2 de outubro de 2013 a Oi e a Portugal Telecom formalizam a fusão das duas companhias, tendo envolvido os acionistas da Oi, da Portugal Telecom e da Telemar Participações, com sede no Brasil e operações no Brasil e em Portugal. A fusão resultaria na criação da CorpCo, na qual a Portugal Telecom teria cerca de 38% e os acionistas brasileiros ficariam com 62%. A Oi se tornaria subsidiária da CorpCo e a PT seria extinta.[17][18][19]

A nova empresa teria operações em todos os países que falam a língua portuguesa e mais de 100 milhões de clientes, dos quais 70 milhões estão no Brasil.[2][20] Para a fusão ser completada com êxito seria necessário um aumento de capital de 13,1 bilhões de reais (4360 milhões de euros) na Oi, sendo que o mínimo seria de pelo menos 7 bilhões de reais (2300 milhões de euros).[21] Com dados de 2012, a fusão das duas empresas criaria um nova companhia com faturamento de quase 40 bilhões de Reais (13,000 milhões de euros) e lucro de 12,77 bilhões de reais (4250 milhões de euros), porém as dividas da nova empresa seriam de 41,2 bilhões (13,700 milhões de euros), cerca de 3,3 vezes o lucro total do grupo.[22]

Foi informado que a CorpCo seria cotada nas bolsas de valores de São Paulo, Lisboa e Nova Iorque[23] e seria sediada na cidade do Rio de Janeiro, no Brasil.[24]

Mesmo com a fusão, o Banco Espírito Santo de Investimento e as instituições norte-americanas Morgan Stanley e Merrill Lynch assessoraram a PT.[25] O BTG Pactual passou a assessorar a Oi um ano após a fusão.[26]

O então ministro das comunicações do Brasil Paulo Bernardo disse que não viu nenhum tipo de problema na fusão entre a Oi e a Portugal Telecom e avaliou que a operação seria positiva.[27] No dia seguinte, o governo brasileiro passou a ter uma chancelaria da fusão entre as duas empresas.[28]

No primeiro semestre de 2014, na operação de capitalização, a Oi captou no mercado cerca de R$ 8,25 bilhões em dinheiro - com o aporte dos atuais acionistas da Oi, como BNDES e os fundos de pensão, além de novos investidores internacionais - e recebeu R$ 5,71 bilhões em ativos da PT (incluindo ativos da empresa na África e na Ásia). Ao todo, a capitalização da Oi somou R$ 13,96 bilhões.[13]

Posteriormente, ocorreu a conversão das ações da Telemar Participações (Tmar), holding de capital fechado que controla a Oi e onde estão Andrade Gutierrez, La Fonte, PT, BNDES e os fundos de pensão, em ações diretas da Oi. A Telemar Participações foi incorporada em 1º de setembro de 2015.[13]

Em janeiro de 2014, o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) aprovou sem restrições a fusão entre Oi e Portugal Telecom.[29] Em março do mesmo ano, a Autoridade da Concorrência de Portugal (semelhante ao CADE no Brasil) aprovou a fusão entre as duas empresas.[30] Também em março, chegou a vez da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) aprovar a fusão entre a Oi e a PT.[31]

Calote à Portugal Telecom e saída de Zeinal

[editar | editar código]

A Portugal Telecom havia comprado títulos de dívida da Rioforte, holding da Espirito Santo Investment Bank (principal acionista da Portugal Telecom, com 10% da empresa) no valor de € 897 milhões (quase R$ 2,7 bilhões) em notas promissórias.[32] No entanto, a Rioforte acabou não pagando o montante devido à Portugal Telecom, com vencimento ocorrido em julho de 2014.[33][34] Com isso, foi negociado entre a Oi e a Portugal Telecom para que a empresa portuguesa tivesse apenas 25,6 por cento na CorpCo, ante 37 por cento, além da renegociação da dívida da Rioforte.[32]

Desde a fundação da empresa, Zeinal Bava presidente da empresa e Abílio Martins que atuava como executivo, renunciaram o cargo em 8 de outubro de 2014 devido a reivindicação de acionistas da Oi.[35] Nisso, foi acordado que ele não deverá exercer nenhum cargo em empresa de telecomunicações durante três anos e recebeu 5,4 milhões de euros pelo pagamento desses anos.[36]

A fusão das empresas na CorpCo não foi concluída.[37]

Pós-fusão

[editar | editar código]

Venda da PT à Altice

[editar | editar código]

Os acionistas da operadora Portugal Telecom (PT-SGPS) aprovaram em 22 de janeiro de 2015 a venda do negócio operacional em território português ao grupo francês Altice por 7,4 bilhões de euros.[37]

O grupo empresarial antes chamado de Portugal Telecom, SGPS, SA dividiu-se na PT Portugal SGPS, SA - empresa com ativos como MEO - , vendida ao grupo Altice, e na PT SGPS, uma holding financeira com 25,6% da Oi e com o investimento de risco avaliado em aproximadamente 900 milhões de euros. Após 29 de maio de 2015, a PT SGPS passou a ser designada Pharol, SGPS S.A., com sede no Amoreiras Plaza.[37]

Situação da Oi

[editar | editar código]
Recuperação judicial
[editar | editar código]

A Oi entrou com pedido de recuperação judicial em 20 de junho de 2016, com uma dívida de R$ 65 bilhões. Entre os fatores apontados para o comprometimento da saúde financeira da Oi foramː a política de expansão com a aquisição de outras empresas e assumindo suas dívidas, a queda da receita na telefonia fixa e multas junto a Anatel. [38][39]

Após a aprovação e homologação do plano de recuperação judicial da operadora na data 8 de janeiro de 2018, a dívida com os acionistas foi reduzida com a conversão das dívidas em troca de 75% do capital da companhia. A Oi encerrou o primeiro trimestre de 2018 com uma dívida total de R$ 13,5 bilhões.[40]

Em 6 de novembro de 2018, a Câmara de Arbitragem do Mercado reconsiderou decisão anterior que suspendia os efeitos da aprovação do aumento de capital da companhia, conforme previsto no plano de recuperação judicial da empresa. Na respectiva data, a Oi procedeu com os atos necessários para efetivação do aumento do capital mediante a emissão de novas ações ordinárias.[41]

Em 15 de dezembro de 2022, a Oi sai da recuperação judicial.[42]

Em março de 2023, a Oi entra com o novo pedido de recuperação judicial, com dívidas de R$ 44,3 bilhões.[43][44]

Em abril de 2024, a Assembleia Geral de Credores aprovou o novo Plano de Recuperação Judicial da Oi, no qual foi firmado que os credores que aceitassem as condições do plano poderiam ficar com até 80% do capital social da Oi em troca das dívidas, além de uma reestruturação de seu endividamento e o aporte de recursos pelos novos sócios. Em agosto, o Cade aprovou a entrada dos novos acionistas e, em novembro, a Anatel. O aumento de capital com a emissão das novas ações ordinárias é de cerca de R$ 1,3 bilhão e os principais credores ingressantes no quadro societário são os fundos de investimento PIMCO (36,66%), SC Lowy (12,33%) e Ashmore (9,58%).[45][46][47][48]

Falência
[editar | editar código]

Em 10 de novembro de 2025, o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) decretou a falência de grande parte da holding, inclusive a própria empresa de telefonia.[49][50] Entretanto, a Oi Soluções não entrou na falência e continua em recuperação judicial. A justiça entendeu que esta empresa ainda tem condições de se recuperar.[51] Apesar da falência decretada, a companhia deveria continuar a operar, de forma provisória, serviços essenciais.[52] Segundo relatório, a companhia tem dívidas de cerca R$ 45,5 bilhões com credores externos.[53]

Um dia antes, o Ministério Público Federal (MPF) tentou desconsiderar o acordo de funcionamento das operações da Oi Fixo e manter a postergação das dívidas do grupo com a União. Também no despacho, pediu para que a ANATEL colocasse em prática planos para evitar prejuízo com os clientes da companhia e acionistas. Para o MPF, a decisão feita em 2022 prejudicou credores e clientes pois condicionava a obrigatoriedade do pagamento de dívidas com o governo sem apresentar outras soluções viáveis além de considerar que estas partes não foram ouvidas.[54]

Em 14 de novembro, a 1ª Câmara de Direito Privado atendeu a um pedido do Bradesco e Itaú, dois dos maiores credores da operadora e suspendeu a falência do grupo.[52] No recurso, os bancos afirmaram que, dada a magnitude da empresa e seus contratos públicos, que incluem Forças Armadas e Poder Judiciário, a falência seria ainda mais prejudicial à sociedade que a recuperação judicial.[53] Segundo as defesas, a venda de suas subsidiárias e de 7.877 imóveis, avaliados em cerca de R$ 5,8 bilhões, seria uma das alternativas para seguir com os pagamentos programados e evitar a falência.[53] A desembargadora responsável concordou que havia motivos suficientes para suspender a falência e que a manutenção da falência poderia gerar prejuízos maiores à sociedade.[52]

Mesmo com a declaração de falência ocorrida pela segunda vez em agosto do ano seguinte, a Oi poderia recorrer da decisão no Superior Tribunal de Justiça (STJ), mas, a decisão poderia ser considerada irreversível segundo uma análise do mercado, por conta do colapso financeiro, uma vez que a operadora demitiu 60% de seus funcionários.[55] O advogado Bruno Rezende foi nomeado na justiça como o administrador da massa falida, ficando responsável pelos processos da empresa, bem como os pagamentos de credores e o encerramento das atividades.[56] O Ministério das Comunicações e a ANATEL informaram em nota conjunta que os serviços restantes da Oi poderão ser assumidos por outras operadoras, não implicando na paralisação total de seu oferecimento, assim como os funcionários da empresa teriam seus direitos assegurados.[57][58]

Migração nos produtos
[editar | editar código]

Em 2019, a Oi inicia uma nova estratégia de modernização de seu produto de banda larga. A operadora resolve adotar a fibra ótica, em oposição as tecnologias de ADSL e VDSL que eram utilizadas até então.[59] Houve portanto uma reorganização estratégica e o produto Oi Internet foi renomeado para Oi Fibra.

Em novembro de 2024, a Anatel aprovou a migração do regime de concessão de telefonia fixa da Oi para o regime de autorização. [60]

Incorporação da Telemar Norte Leste à Oi
[editar | editar código]

Em fevereiro de 2021, a Anatel concedeu anuência prévia para que a Oi incorporasse a Telemar Norte Leste (TMAR).[61] No final de março, a Oi convocou para abril uma Assembleia Geral para deliberar sobre a incorporação.[62]

Venda de ativos
[editar | editar código]

Em dezembro de 2020, um consórcio formado por Vivo, TIM e Claro comprou os ativos móveis por R$ 16,5 bilhões[63] e em 31 de janeiro de 2022, a ANATEL aprovou a venda da companhia por unanimidade. Já o CADE aprovou com ressalvas a compra em 9 de janeiro do mesmo ano.[64] Também em 2022, no mês de abril, após a conclusão da compra, ocorreu a migração dos clientes da Oi para as outras operadoras.[65]

Em setembro de 2024, em segunda rodada de leilão realizado pela 7ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro, a V.tal apresentou proposta de R$ 5,6 bilhões pela carteira de clientes de fibra óptica da ClientCo, subsidiária de banda larga da Oi. A proposta foi estruturada em recebimento de ações da V.tal pela Oi (com aumento de participação de 17% para 27,5%), além de perdão de dívida e compromissos à Oi pela V.tal (créditos extraconcursais e debêntures). A ClientCo é a terceira maior operadora de internet banda larga do país, com 9,3% de participação de mercado e tem 4,3 milhões de clientes em 296 cidades.[66] Em outubro do mesmo ano, os credores aprovaram a venda.[67] Em novembro, a compra foi analisada pelo Cade, graças a ser aprovada sem restrições.[68] E em dezembro chegou a vez da Anatel a aprovar a venda.[69] No ano seguinte, a Oi Fibra (antigas Oi Velox e Oi Internet) passou a se chamar de Nio.[70]

Em 11 de fevereiro de 2025, foi anunciada a venda das operações de televisão por assinatura via satélite e IPTV (Oi TV), que acabou não sendo extinto, para a Mileto Tecnologia por R$ 30 milhões.[71] Inicialmente em 2022, a Sky tentou comprar a Oi TV que acabou sendo sem sucesso no ano seguinte.[72]

Em 28 de fevereiro do mesmo ano, foi realizado a venda dos serviços de telefonia fixa WLL (rede sem fio) para Datora.[73] A venda foi analisada pelo CADE em março daquele ano.[74] A venda foi finalizada no ano seguinte.

Em abril de 2026, foi realizado o leilão judicial da unidade de serviços de telefonia fixa (STFC) da Oi, vencido pela empresa mineira Método Telecom, com um lance de R$ 60,1 milhões. A empresa deve assumir as linhas de telefone fixo residenciais, a responsabilidade pelos números emergenciais como 190 (Polícia Militar), 192 (SAMU) e 193 (Corpo de Bombeiros) e o compromisso de manter o serviço em mais de 7.400 localidades em que a Oi atua como a única operadora pelo menos até dezembro de 2028. A companhia também deverá manter a infraestrutura de torres, postes, fiação e orelhões, além de todos os atuais usuários do serviço de telefonia fixa.[75]

Participações
[editar | editar código]

O Grupo Oi foi acionista de diversas empresas nacionais e internacionais de telecomunicações, algumas delas participações herdadas através da antiga PT Participações, após a aquisição do controle da Portugal Telecom. A subsidiária responsável pela gestão da participação social em outras sociedades é a PT Participações, que controla a Oi Investimentos Internacionais S.A. e a Africatel GmbH, a qual tem como controlada a Africatel Holdings B.V..[76]

A Oi e a Hispasat fundaram em 2002 a Hispamar Satélites; empresa brasileira especializada em satélites, atuante em mais de 30 países. Era detentora de 20% da companhia.

Em janeiro de 2015, foi aprovada a venda dos ativos operacionais portugueses e húngaros para a empresa de telecomunicações neerlandesa Altice.[77]

Em junho de 2016, a Oi realizou sua primeira alienação de ativos na África: na Namíbia, a MTC foi alienada para a Samba Luxco.[78]

Em maio de 2019, realizou a alienação dos 40% que detinha da Cabo Verde Telecom para o Instituto Nacional de Previdência Social e a empresa pública Empresa Nacional de Aeroportos e Segurança Aérea (ASA) de Cabo Verde por R$ 67 milhões.[76]

Em janeiro de 2020, alienou as participações sociais detidas nas companhias angolanas Unitel S.A. (25%) e Multitel – Serviços de Telecomunicações Lda. (40%) para a Sonangol por US$ 1 bilhão.[76]

Em novembro de 2021, a participação de 51% da Companhia Santomense de Telecomunicações foi alienada à Visabeira Global por US$ 6 milhões.[76]

No mesmo mês, ocorreu a alienação e transferência das ações de emissão da Directel e suas subsidiárias (Kenya Postel Directories Limited, ELTA - Empresa de Listas Telefónicas de Angola, LTM - Listas Telefónicas de Moçambique e Directel Cabo Verde).[76]

Em dezembro de 2021, vendeu a totalidade de suas ações na Hispamar Satélite para a Hispasat por R$ 50 milhões.[76]

Em maio de 2023, a Oi vendeu a participação majoritária que detinha na Timor Telecom, operadora de telecomunicações do Timor-Leste por US$ 21,1 milhões para o governo timorense. O controle da Timor Telecom era exercidos pelas empresasː TPT, que possuía 54,01% das ações da companhia, e PT Participações, com 3,05%. Ambas são controladas (TPT) ou pertencem integralmente (PT) à Oi. Com a venda, o Estado do Timor-Leste ampliou sua fatia sobre a empresa de 20,59% para 77,65%.[79]

Empresas que comporiam o grupo

[editar | editar código]

Brasil

  • Oi
    • Oi Móvel (comunicações móveis)
    • Oi Fixo (comunicações fixas)
    • Oi Velox (Internet de banda larga)
    • Oi TV (televisão por assinatura)
    • Oi Internet (Internet)
    • Oi Voip (transmissão de dados, imagens e videoconferência)
  • Brasilcel
  • Hispamar - 20%

Angola

Cabo Verde

  • Cabo Verde Telecom (CVT) - 40,00%

Hungria

  • Hungaro Digitel - 44,62%

Moçambique

  • Listas Telefónicas de Moçambique (LTM) - 50,00%

Namíbia

  • Mobile Telecommunications (MTC) - 34,00%

Portugal

Quénia

  • Kenya Postel Directories (KPD) - 60,00%

São Tomé e Príncipe

  • Companhia Santomense de Telecomunicações (CST) - 51,00%

Timor-Leste

Referências

  1. ↑ Cátia Simões (2 de abril de 2015). «Acordo mata CorpCo e permite venda das opções de acções da Oi». Diário Económico. economico.sapo.pt. Consultado em 11 de maio de 2016. Cópia arquivada em 23 de setembro de 2016
  2. 1 2 3 Laporta, Taís (2 de outubro de 2013). «Infográfico: entenda a criação da CorpCo, fruto da fusão Oi/PT». IG Economia. Internet Group. Consultado em 10 de outubro de 2014. Cópia arquivada em 8 de setembro de 2018
  3. ↑ G1, Do; Paulo, em São (22 de janeiro de 2015). «Acionistas aprovam venda da PT Portugal; Oi diz que fica mais forte». Negócios. Consultado em 14 de fevereiro de 2024. Cópia arquivada em 20 de fevereiro de 2025
  4. ↑ «Com dívida de R$ 65,4 bilhões, Oi recorre à Justiça com pedido de recuperação». Agência Brasil. 20 de junho de 2016. Consultado em 2 de janeiro de 2026. Cópia arquivada em 13 de dezembro de 2025
  5. ↑ «Recuperação judicial da Oi é encerrada». TELETIME News. 14 de dezembro de 2022. Cópia arquivada em 6 de agosto de 2024
  6. ↑ «Oi pede recuperação judicial pela segunda vez e cita dívida de R$ 43,7 milhões». O Globo. 2 de março de 2023. Consultado em 2 de janeiro de 2026. Cópia arquivada em 2 de junho de 2023
  7. ↑ «Justiça decreta falência da Oi, que ainda soma R$ 15 bilhões em dívidas». TecMundo. 10 de novembro de 2025. Consultado em 15 de novembro de 2025. Cópia arquivada em 28 de abril de 2026
  8. ↑ «Justiça suspende falência da Oi e determina continuidade da recuperação judicial». InfoMoney. 14 de novembro de 2025. Consultado em 15 de novembro de 2025. Cópia arquivada em 11 de abril de 2026
  9. ↑ «Oi (OIBR3) de volta: Ação retoma negociações na B3 após Justiça suspender falência e salta mais de 20%». Money Times. 14 de novembro de 2025. Consultado em 15 de novembro de 2025. Cópia arquivada em 18 de dezembro de 2025
  10. ↑ «Após pressão de credores, Justiça suspende falência da Oi». G1. 14 de novembro de 2025. Consultado em 15 de novembro de 2025
  11. ↑ «Justiça decreta falência da Oi pela segunda vez». Exame. Consultado em 25 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 25 de agosto de 2026
  12. ↑ «Acordo entre Oi e Portugal Telecom é formalizado». 8 de março de 2011. Consultado em 8 de março de 2011. Cópia arquivada em 3 de março de 2016
  13. 1 2 3 «Entenda a operação de fusão entre Oi e Portugal Telecom». O Globo. 17 de julho de 2014. Consultado em 16 de maio de 2023. Cópia arquivada em 28 de maio de 2025
  14. ↑ «Portugal Telecom avalia fusão com Oi». Estadão. 8 de julho de 2011. Cópia arquivada em 23 de abril de 2026
  15. ↑ Wilian Miron (28 de fevereiro de 2012). «Acionistas da Oi começam permuta de ações para reestruturação da empresa». Teletime. Consultado em 28 de fevereiro de 2012. Cópia arquivada em 23 de outubro de 2014
  16. ↑ InfoMoney, Equipe (1 de junho de 2012). «Oi adquire 10% de participação nos direitos de votos da Portugal Telecom». InfoMoney. Consultado em 14 de fevereiro de 2024. Cópia arquivada em 12 de novembro de 2025
  17. ↑ Brito, Ana (2 de outubro de 2013). «PT e Oi assinam acordo para pôr fusão em marcha (Fusão entre empresas portuguesa e brasileira gera sinergias de 1800 milhões de euros. Acções da PT em alta na bolsa. Zeinal Bava será o CEO da nova empresa)». Público. Consultado em 15 de abril de 2017. Cópia arquivada em 4 de março de 2016
  18. ↑ «União de Oi e Portugal Tel cria empresa com receita de quase R$ 40 bi». Portal Terra. Telefônica. 2 de outubro de 2013. Consultado em 15 de abril de 2017. Cópia arquivada em 14 de fevereiro de 2024
  19. ↑ «A trajetória da Oi: do posto de supertele à ruína financeira». epoca.globo.com. Consultado em 14 de fevereiro de 2024. Cópia arquivada em 1 de junho de 2025
  20. ↑ «País sediará CorpCo com mais de 100 milhões de clientes - Economia - Estadão». Estadão. Cópia arquivada em 21 de outubro de 2016
  21. ↑ «'É irrelevante' detalhe sobre aumento de capital, diz futuro CEO da CorpCo». Negócios. 2 de outubro de 2013. Cópia arquivada em 20 de agosto de 2023
  22. ↑ «Fusão entre Oi e Portugal Telecom cria gigante de R$ 40 bi | VEJA.com». VEJA.com. 2 de outubro de 2013. Cópia arquivada em 30 de outubro de 2014
  23. ↑ «PT e Oi anunciam fusão. Zeinal fica CEO (act)». Cópia arquivada em 3 de junho de 2016
  24. ↑ «Empresa resultante da união Oi-Portugal Telecom terá sede no Rio». Valor Econômico. Cópia arquivada em 20 de março de 2019
  25. ↑ «BESI, Morgan Santley e Merrill Lynch fazem assessoria da fusão PT/Oi». Jornal de Negócios. 2 de outubro de 2013. Consultado em 12 de fevereiro de 2026. Cópia arquivada em 23 de abril de 2026
  26. ↑ «BTG lucra com oscilação dos papéis de Oi e Portugal Telecom». O Globo. 24 de outubro de 2014. Cópia arquivada em 8 de agosto de 2015
  27. ↑ «Ministro Paulo Bernardo não se opõe à fusão entre Oi e Portugal Telecom». G1. 2 de outubro de 2013. Consultado em 16 de fevereiro de 2026. Cópia arquivada em 23 de abril de 2026
  28. ↑ «Governo chancela a fusão da Oi com a PT». Exame. 3 de outubro de 2013. Cópia arquivada em 23 de junho de 2021
  29. ↑ «Cade aprova a fusão entre a Oi e Portugal Telecom sem restrições». InfoMoney. 14 de janeiro de 2014. Cópia arquivada em 23 de abril de 2026
  30. ↑ «Autoridade da Concorrência aprova fusão entre a Portugal Telecom e a Oi». Tek SAPO. 20 de março de 2014. Cópia arquivada em 25 de setembro de 2020
  31. ↑ «Anatel aprova plano de fusão da Oi com Portugal Telecom». UOL. 27 de março de 2014. Cópia arquivada em 23 de abril de 2026
  32. 1 2 Paula Lobo, Ana (16 de julho de 2014). «Oi assume calote, mas revê acordo e garante fusão com a Portugal Telecom». Convergência Digital. Universo Online. Consultado em 10 de outubro de 2014. Cópia arquivada em 17 de outubro de 2014
  33. ↑ Noonan, Laura; BuggeAxel Bugge, Axel (22 de julho de 2014). «Problemas da família Espírito Santo aumentam com a Rioforte». Exame. Grupo Abril. Consultado em 10 de outubro de 2014. Cópia arquivada em 6 de agosto de 2016
  34. ↑ Reuters (30 de junho de 2014). «Portugal Telecom diz que dívida da Rioforte vence logo». InfoMoney. Consultado em 16 de maio de 2023. Cópia arquivada em 28 de maio de 2025
  35. ↑ Pereira, Ana Torres (9 de outubro de 2014). «Brasileiros da Oi forçam renúncia de Zeinal Bava». Jornal de Negócios. Cofina Media. Consultado em 10 de outubro de 2014. Cópia arquivada em 21 de outubro de 2016
  36. ↑ Pereira, Ana Torres (9 de outubro de 2014). «Zeinal Bava sai da Oi com cheque de 5,4 milhões de euros». Jornal de Negócios. Cofina Media. Consultado em 10 de outubro de 2014. Cópia arquivada em 21 de outubro de 2016
  37. 1 2 3 «Percurso | A Empresa | PT SGPS». pharol.pt. Consultado em 16 de maio de 2023. Cópia arquivada em 28 de maio de 2025
  38. ↑ G1, Do; Paulo, em São (20 de junho de 2016). «Oi entra com pedido de recuperação judicial». Negócios. Consultado em 11 de dezembro de 2018. Cópia arquivada em 21 de maio de 2026
  39. ↑ Petry, Rodrigo (2 de março de 2023). «Oi (OIBR3;OIBR4): de "super tele" à maior recuperação judicial do Brasil; entenda o que aconteceu com operadora». InfoMoney. Consultado em 14 de fevereiro de 2024. Cópia arquivada em 17 de fevereiro de 2026
  40. ↑ «Oi tem lucro de R$ 30,5 bilhões no 1º tri após reestruturar dívida em plano de recuperação». G1. Consultado em 11 de dezembro de 2018. Cópia arquivada em 25 de setembro de 2022
  41. ↑ «Câmara de Arbitragem revê decisão e autoriza Oi a proceder com aumento de capital; ações sobem». G1. Consultado em 11 de dezembro de 2018. Cópia arquivada em 12 de novembro de 2025
  42. ↑ «Recuperação judicial da Oi é encerrada após mais de 6 anos; ações disparam na bolsa». G1. Consultado em 19 de janeiro de 2023. Cópia arquivada em 12 de novembro de 2025
  43. ↑ «Justiça do RJ aceita novo pedido de recuperação da Oi». G1. 17 de março de 2023. Cópia arquivada em 4 de junho de 2023
  44. ↑ «Brazilian telecom operator Oi seeks Chapter 15 bankruptcy». Bloomberg Law (em inglês). 8 de fevereiro de 2023. Consultado em 2 de dezembro de 2023
  45. ↑ Possebon, Samuel (19 de abril de 2024). «Com apoio de 79% dos credores, Oi aprova Plano de Recuperação Judicial». TELETIME News. Consultado em 6 de novembro de 2024. Cópia arquivada em 15 de maio de 2025
  46. ↑ Vasconcelos, Eduardo (17 de setembro de 2024). «Oi: Cade confirma entrada de credores como acionistas na tele». TeleSíntese. Consultado em 6 de novembro de 2024. Cópia arquivada em 12 de novembro de 2025
  47. ↑ Julião, Henrique (4 de novembro de 2024). «Anatel aprova entrada de credores como acionistas da Oi». TELETIME News. Consultado em 6 de novembro de 2024. Cópia arquivada em 25 de julho de 2025
  48. ↑ Julião, Henrique (16 de fevereiro de 2024). «Banco do Brasil, Pimco e chineses puxam lista de credores da Oi em assembleia». TELETIME News. Consultado em 6 de novembro de 2024. Cópia arquivada em 4 de outubro de 2024
  49. ↑ «7ª Vara Empresarial do Rio decreta falência do Grupo Oi». Consultor Jurídico. 10 de novembro de 2025. Consultado em 15 de novembro de 2025. Cópia arquivada em 4 de dezembro de 2025
  50. ↑ «Com R$ 1,7 bilhão em dívidas, Oi tem falência decretada pela Justiça». G1. 10 de novembro de 2025. Consultado em 15 de novembro de 2025. Cópia arquivada em 16 de dezembro de 2025
  51. ↑ «Falência da Oi não alcança Serede e Tahto,». TeleSíntese. 10 de novembro de 2025. Consultado em 15 de novembro de 2025. Cópia arquivada em 26 de dezembro de 2025
  52. 1 2 3 «Após pressão de credores, Justiça suspende falência da Oi». G1. 14 de novembro de 2025. Consultado em 15 de novembro de 2025
  53. 1 2 3 «Justiça suspende a falência da Oi e empresa volta à recuperação judicial»Acesso livre sujeito a período limitado experimental, a subscrição é normalmente requerida. Folha de S.Paulo. 14 de novembro de 2025. Consultado em 15 de novembro de 2025. Cópia arquivada em 13 de março de 2026
  54. ↑ «MP-RJ pede invalidação do acordo de migração da Oi». TeleSíntese. 10 de novembro de 2025. Consultado em 15 de novembro de 2025. Cópia arquivada em 18 de dezembro de 2025
  55. ↑ «Arrastando-se há uma década, Oi tem falência decretada». pipelinevalor. 25 de agosto de 2026. Consultado em 26 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 27 de agosto de 2026
  56. ↑ «Justiça decreta falência da Oi pela segunda vez após administrador prever apagão». Gazeta do Povo. 25 de agosto de 2026. Consultado em 26 de agosto de 2026
  57. ↑ «Justiça do Rio confirma falência da Oi após rejeitar recursos de bancos». Folha de S.Paulo. 25 de agosto de 2026. Consultado em 26 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 25 de setembro de 2026
  58. ↑ Conteúdo, Estadão (25 de agosto de 2026). «Governo se manifesta sobre falência da Oi (OIBR3)». Money Times. Consultado em 26 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 26 de agosto de 2026
  59. ↑ Bruno do Amaral (ed.). «Oi apresenta novo plano estratégico com venda de ativos não essenciais». Teletime. Consultado em 17 de outubro de 2022. Cópia arquivada em 21 de julho de 2026
  60. ↑ Possebon, Samuel (14 de novembro de 2024). «Termo de migração da Oi é aprovado». TELETIME News. Consultado em 16 de novembro de 2024. Cópia arquivada em 12 de novembro de 2025
  61. ↑ «Anatel dá anuência prévia para Oi incorporar a Telemar». Teletime. 2 de fevereiro de 2021. Cópia arquivada em 2 de fevereiro de 2021
  62. ↑ «Oi convoca assembleia para deliberar sobre a incorporação da Telemar Norte Leste». TeleSíntese. 29 de março de 2021. Cópia arquivada em 29 de março de 2021
  63. ↑ «Oi vende rede móvel para consórcio formado por Tim, Vivo e Claro por R$ 16,5 bilhões». G1. Consultado em 14 de dezembro de 2020. Cópia arquivada em 4 de novembro de 2025
  64. ↑ «Oi: Cade aprova venda de rede móvel para Claro, Tim e Vivo com restrições em votação apertada». O Globo. 9 de fevereiro de 2022. Consultado em 9 de fevereiro de 2022. Cópia arquivada em 12 de novembro de 2025
  65. ↑ «Oi conclui venda da unidade móvel para TIM, Vivo e Claro por R$ 17,15 bi». TeleSíntese. 20 de abril de 2022. Consultado em 2 de janeiro de 2026. Cópia arquivada em 22 de janeiro de 2026
  66. ↑ Jr, Geraldo Campos (25 de setembro de 2024). «Oi recebe proposta única de R$ 5,68 bi da V.tal por segmento fibra». Poder360. Consultado em 27 de setembro de 2024. Cópia arquivada em 20 de janeiro de 2026
  67. ↑ Andrade, Bruno (9 de outubro de 2024). «Oi (OIBR3): credores aprovam venda de fibra óptica por R$ 5,68 bi; negócio envolve emissão de ações». Estadão E-Investidor. Consultado em 23 de maio de 2026. Cópia arquivada em 13 de novembro de 2025
  68. ↑ Possebon, Samuel (26 de novembro de 2024). «Cade aprova compra da unidade de banda larga da Oi pela V.tal». Teletime. Consultado em 23 de maio de 2026. Cópia arquivada em 23 de julho de 2025
  69. ↑ Bucco, Rafael (17 de dezembro de 2024). «Conselho Diretor da Anatel aprova a venda da Oi Fibra para a V.tal». TeleSíntese. Consultado em 23 de maio de 2026. Cópia arquivada em 4 de novembro de 2025
  70. ↑ «Oi Fibra muda de nome após venda e passa a se chamar Nio». TudoCelular.com. 11 de março de 2025. Consultado em 23 de maio de 2026. Cópia arquivada em 23 de maio de 2025
  71. ↑ Julião, Henrique (10 de fevereiro de 2025). «Mileto vence leilão para adquirir unidade de TV por assinatura da Oi». TELETIME News. Consultado em 12 de fevereiro de 2025. Cópia arquivada em 13 de novembro de 2025
  72. ↑ «Sky desiste de comprar base DTH da Oi, que avalia medidas cabíveis». TELETIME News. 2 de outubro de 2023. Cópia arquivada em 14 de novembro de 2025
  73. ↑ Setti, Rennan (28 de fevereiro de 2025). «Oi vende ativos de telefonia fixa à Datora, que quer ocupar vazio deixado pela tele». Consultado em 21 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 6 de março de 2025
  74. ↑ Vasconcelos, Eduardo (17 de março de 2025). «Oi: Cade aprova venda de ativos de telefonia fixa em WLL para Datora». Consultado em 21 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 27 de abril de 2025
  75. ↑ UOL (9 de abril de 2026). «Oi vende serviço de telefonia fixa por R$ 60 milhões para Método Telecom». Consultado em 22 de maio de 2026. Cópia arquivada em 6 de setembro de 2026
  76. 1 2 3 4 5 6 Oi (2022). «Formulário de Referência - 2022 - OI S.A. - EM RECUPERAÇÃO JUDICIAL». Consultado em 13 de maio de 2023. Cópia arquivada em 12 de novembro de 2025
  77. ↑ G1, Do; Paulo, em São (22 de janeiro de 2015). «Acionistas aprovam venda da PT Portugal; Oi diz que fica mais forte». Negócios. Consultado em 14 de maio de 2023. Cópia arquivada em 20 de fevereiro de 2025
  78. ↑ «Oi chega a acordo em disputa de ativos na África». TeleSíntese. 17 de junho de 2016. Consultado em 3 de janeiro de 2026. Cópia arquivada em 6 de janeiro de 2026
  79. ↑ Bucco, Rafael (9 de maio de 2023). «Oi vende participação em operadora do Timor-Leste». TeleSíntese (em inglês). Consultado em 18 de agosto de 2023. Cópia arquivada em 3 de outubro de 2025