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Chope

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 Nota: Se procura o povo originário de Moçambique, veja chopes.
Chope
Chope
Copo de cerveja tirada à pressão.
Informações
Tipo Cerveja servida de barril
Outros nomes chopp, draught beer, draft beer
Serviço
Recipiente cask ou keg
Método de serviço Gravidade, bomba manual ou sistema pressurizado
Gás Dióxido de carbono, nitrogênio ou mistura dos dois

Chope ou chopp é, no Brasil, a cerveja servida diretamente de barril por meio de uma torneira.[1] A bebida pode chegar ao copo pela força da gravidade, por uma bomba manual ou por um sistema pressurizado, no qual gases como dióxido de carbono e nitrogênio empurram a cerveja do barril até a torneira.[2]

Em inglês, a cerveja servida dessa maneira é chamada de draught beer, ou draft beer na grafia mais comum na América do Norte. O termo abrange cervejas tiradas de casks e kegs, inclusive algumas que foram filtradas ou pasteurizadas antes do acondicionamento.[2][3] Em Portugal, são usados os nomes imperial e fino para a cerveja tirada à pressão.[4][5]

No Brasil, "chope" tem ainda um sentido próprio na regulamentação dos produtos de cervejaria. A denominação é reservada à cerveja que não passou por pasteurização nem por tratamento térmico semelhante ou equivalente.[6] Por isso, o uso brasileiro é mais restrito que draught beer, que se refere somente à forma de acondicionamento e serviço.

Origem e serviço por barril

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A palavra inglesa draught vem de formas antigas ligadas ao verbo draw, no sentido de puxar ou retirar, e remonta ao nórdico antigo dráttr. A grafia draft, usada sobretudo na América do Norte, nasceu como uma forma fonética da mesma palavra.[7] O sentido aplicado à bebida veio do ato de tirar a cerveja do barril.

Por muitos séculos, a cerveja saía diretamente do barril, que podia ficar sobre o balcão, atrás dele ou em outro cômodo, e corria pela torneira pela força da gravidade.[8]

Em 1797, o inventor britânico Joseph Bramah patenteou uma bomba manual para cerveja, mais tarde conhecida como beer engine. Um pistão puxava a bebida por uma tubulação desde o cask, permitindo guardar o barril em uma adega ou depósito abaixo do balcão.[9] Bombas desse tipo ainda são usadas para cervejas condicionadas em cask.

Os barris de madeira foram comuns no transporte e no serviço de cerveja até meados do século XX, quando recipientes de aço inoxidável começaram a ocupar seu lugar no comércio cervejeiro.[10] Na década de 1950, os kegs metálicos se espalharam junto com sistemas que usavam gás para manter a pressão dentro do recipiente.[11]

A Guinness começou a vender cerveja nitrogenada em escala comercial na Inglaterra em 1959. O sistema combinava nitrogênio e dióxido de carbono e produzia bolhas menores, com uma espuma mais densa que a obtida somente com dióxido de carbono. A cerveja chegou à Irlanda nesse formato em 1964.[11]

Na década de 1970, muitos pubs britânicos haviam trocado parte das cervejas condicionadas em cask por cervejas de keg, que exigiam menos cuidados no estabelecimento. A Campaign for Real Ale, conhecida pela sigla CAMRA, passou a usar a expressão real ale para a cerveja que continua a fermentar no cask antes de ser servida.[12]

Fabricação e acondicionamento

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Garçonete carregando canecas de cerveja na Oktoberfest de Munique, em 2011.

A cerveja destinada ao serviço por barril passa pelas mesmas etapas básicas usadas em outras cervejas. O malte moído é misturado com água durante a mosturação. Depois da separação dos sólidos, o mosto é fervido, em geral com lúpulo, resfriado e recebe a levedura. Na fermentação, a levedura transforma os açúcares em álcool e dióxido de carbono. A cerveja passa pela maturação antes de ser acondicionada.[13]

Depois da fermentação, a cerveja pode ser clarificada ou filtrada antes de ir para o barril. Algumas passam por pasteurização, enquanto outras conservam leveduras ativas e fazem uma nova fermentação dentro do próprio recipiente.[13][3]

No vocabulário cervejeiro britânico, cask e keg designam recipientes e formas de serviço diferentes. Um cask pode ser feito de aço inoxidável, alumínio, madeira ou plástico e não usa a válvula de serviço e o tubo interno encontrados nos kegs modernos.[10]

Na cerveja condicionada em cask, parte da levedura permanece depois da primeira fermentação e volta a fermentar dentro do barril, produzindo parte do dióxido de carbono que carbonata a bebida. O cask é ventilado para controlar a pressão, e a cerveja sai pela gravidade ou por uma bomba manual.[14]

A cerveja condicionada em cask, na forma tradicional, não é filtrada nem pasteurizada e seu serviço dispensa a pressão contínua de dióxido de carbono usada em muitos sistemas de keg.[14]

O keg moderno costuma ser feito de aço inoxidável e possui uma válvula central ligada a um tubo que desce quase até o fundo. Quando o acoplador é conectado, o gás entra pela parte superior e a pressão empurra a cerveja pelo tubo em direção à torneira.[15]

Antes de cada enchimento, os kegs retornáveis são lavados e sanitizados. O recipiente também é pressurizado antes de receber a cerveja, reduzindo a entrada de oxigênio.[15]

A cerveja colocada em keg pode ser filtrada e pode passar por pasteurização antes do enchimento.[3] Nem toda draught beer, por esse motivo, corresponde ao que a legislação brasileira permite chamar de chope.

Torneiras usadas para servir cerveja diretamente dos barris.

Num sistema pressurizado, o gás entra no keg pelo acoplador e empurra a cerveja através da linha até a torneira. A bebida precisa permanecer refrigerada nesse percurso, e a pressão é ajustada de acordo com a resistência criada pelo comprimento e pelo diâmetro da tubulação.[16]

Em instalações menores, o barril pode ficar logo abaixo ou ao lado da torneira, dentro de um compartimento refrigerado. Quando os barris ficam em uma câmara fria mais distante, a cerveja percorre linhas maiores até o balcão. Tubos refrigerados com glicol podem acompanhar essas linhas para manter a temperatura da bebida até o momento do serviço.[2][16]

O dióxido de carbono é usado sozinho em muitos sistemas. Algumas cervejas recebem uma mistura de dióxido de carbono e nitrogênio, que muda a textura das bolhas e da espuma.[2]

Carbonatação e espuma

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Cerveja sendo tirada da torneira, com formação de espuma durante o serviço.

O dióxido de carbono produzido durante a fermentação permanece em parte dissolvido na cerveja. Cervejas filtradas podem receber mais gás antes do acondicionamento, e a quantidade dissolvida depende da temperatura e da pressão.[17]

Ao sair do sistema pressurizado, parte desse dióxido de carbono deixa o líquido e forma bolhas. Uma pressão mal ajustada, mudanças de temperatura ou problemas na linha podem produzir espuma em excesso.[17][16]

No Brasil, a camada de espuma que fica no alto do copo é chamada de "colarinho".[18]

Nas cervejas nitrogenadas, a bebida passa por uma placa com pequenos orifícios perto da torneira. A queda de pressão cria bolhas menores e uma espuma mais compacta do que a produzida apenas por dióxido de carbono.[11]

Conservação e limpeza

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A pasteurização reduz os microrganismos que podem deteriorar a cerveja e prolonga seu tempo de conservação. Uma cerveja destinada a keg pode passar por esse processo antes do enchimento, enquanto as cervejas não pasteurizadas exigem mais cuidado com a refrigeração durante o armazenamento e o serviço.[3][16]

Restos de cerveja se acumulam dentro das linhas e podem alterar o aroma, o sabor e a formação da espuma. A Brewers Association recomenda limpar as linhas a cada duas semanas e fazer limpezas mais profundas em intervalos maiores.[16]

Cerveja draught em latas e garrafas

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O nome draught também é usado em algumas cervejas vendidas em latas e garrafas que procuram reproduzir parte da textura de uma cerveja tirada por torneira. Um dos recursos empregados é o widget, um pequeno dispositivo oco que libera gás quando a embalagem é aberta.[19]

Cervejeiros da Guinness desenvolveram esse dispositivo em 1968 e receberam uma patente britânica em 1972. As primeiras latas da marca com widget chegaram ao mercado em 1988, seguidas por garrafas em 1999. Ao abrir a embalagem, o gás liberado agita a cerveja e cria a espuma associada às versões nitrogenadas servidas de keg.[19]

Nesse uso, draught faz parte do nome e da apresentação de uma cerveja já embalada, que não está sendo retirada de um barril no momento do consumo.[19]

Microcervejarias e cerveja artesanal

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O serviço por torneira tem presença frequente nas microcervejarias e entre produtores de cerveja artesanal, principalmente quando a fabricação e a venda ocorrem no mesmo endereço. Nos Estados Unidos, o setor distingue as microcervejarias dos brewpubs e das chamadas taproom breweries. Nos dois últimos modelos, boa parte da cerveja é vendida no próprio estabelecimento e pode seguir dos tanques de armazenamento diretamente para o sistema de serviço.[20]

Um brewpub combina a produção de cerveja com restaurante ou bar, enquanto uma taproom brewery concentra a venda no salão da própria cervejaria sem manter um serviço amplo de alimentação. As microcervejarias também podem ter torneiras abertas ao público, embora a maior parte de sua produção seja vendida fora da fábrica na classificação usada pela indústria cervejeira norte-americana.[20]

O barril permite que uma mesma cervejaria mantenha estilos diferentes nas torneiras e troque os produtos servidos conforme cada lote chega ao ponto de venda. Para o consumidor, a cerveja termina seu percurso no próprio sistema de serviço da cervejaria ou passa por kegs enviados a bares, restaurantes e outros estabelecimentos.[20][16]

Pelo mundo

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Torneiras de chope na Viela, no Mercado Novo, em Belo Horizonte.

A palavra "chope" chegou ao português pelo francês chope, vindo do alemão Schoppen.[1] A grafia "chopp" também é usada no Brasil e consta da regulamentação federal dos produtos de cervejaria.[6]

Uma cerveja só pode ser vendida com a denominação "chope" ou "chopp" quando não passou por pasteurização nem por tratamento térmico semelhante ou equivalente.[6] A regra cria uma diferença entre o sentido brasileiro e o uso de draught beer em inglês, que também abrange cervejas pasteurizadas servidas de keg.[2][3]

O chope já fazia parte das vendas da Brahma em 1927 e tinha procura maior em certas épocas do ano. Era enviado em barris aos estabelecimentos, onde era tirado e servido aos consumidores.[21] Em janeiro de 1934, a empresa lançou a cerveja engarrafada Brahma Chopp. A publicidade aproximava o produto do chope vendido em barris e apresentava a garrafa como uma maneira de levar para casa uma bebida consumida sobretudo em bares e espaços de lazer.[21]

O número de cervejarias brasileiras cresceu com a abertura de pequenos produtores e estabelecimentos voltados à cerveja artesanal. Em 2025, havia 1.954 cervejarias registradas no Ministério da Agricultura e Pecuária, distribuídas por 794 municípios. O cadastro reunia 44.212 produtos e 56.170 marcas de cerveja.[22] Esses números abrangem cervejarias de todos os portes e não apenas as artesanais.

Copos de chope na Oktoberfest de Igrejinha, no Rio Grande do Sul.

Em Portugal, "imperial" e "fino" são nomes usados para cerveja tirada à pressão.[4][5] "Imperial" é corrente em Lisboa e arredores, enquanto "fino" é usado no Porto.[23]

O nome "imperial" em Lisboa remonta à Fábrica Germânia, cujos carros de distribuição exibiam uma águia negra de inspiração germânica. Com o início da Primeira Guerra Mundial, a empresa cobriu a águia em 1914 para evitar hostilidade contra o estabelecimento.[23] Quando Portugal entrou na guerra contra a Alemanha em 1916, a fábrica deixou o nome Germânia e passou a chamar-se Portugália. "Imperial" já fazia parte da maneira lisboeta de pedir cerveja de pressão e permaneceu em uso.[23]

As pequenas cervejarias ganharam espaço em Portugal a partir da década de 2010, junto com a expansão da cerveja artesanal. Em 2023, mais de cem marcas portuguesas desse tipo estavam à venda, sobretudo em cafés, bares, restaurantes e hotéis. Algumas fábricas passaram a receber consumidores no próprio local. A Dois Corvos, em Lisboa, mantinha uma sala de provas com 17 torneiras ligada à unidade de produção.[24]

A legislação fiscal portuguesa possui uma categoria própria para "pequenas cervejeiras". O estatuto pode ser concedido a uma empresa independente que tenha um único entreposto fiscal de produção, não opere sob licença ou por conta de outra cervejeira e produza até 200 mil hectolitros por ano. A cerveja produzida e declarada para introdução no consumo por essas empresas paga 50% da taxa normal do imposto aplicável.[25] "Pequena cervejeira" é uma categoria fiscal e não uma definição de cerveja artesanal.

Outras partes do mundo

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No Reino Unido, cervejas de cask e de keg seguem formas diferentes de acondicionamento e serviço. A cerveja condicionada em cask pode ser tirada por gravidade ou pelas bombas manuais vistas nos balcões de muitos pubs, enquanto a de keg costuma chegar à torneira sob pressão de gás.[12][14]

Nos Estados Unidos, a grafia draft beer é mais comum e o serviço por keg está presente em bares, restaurantes, brewpubs e salas de prova de cervejarias. O modelo de taproom brewery, no qual uma parcela da produção é vendida no próprio local, tornou-se uma categoria própria dentro do mercado de cerveja artesanal do país.[2][20]

Na Alemanha, a palavra Fassbier designa simplesmente a cerveja tirada de barril.[26] Na República Tcheca, a cerveja de torneira é uma presença comum nos pubs e pode também ser servida a partir de grandes tanques refrigerados ligados diretamente ao sistema de torneiras.[27]

Ver também

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Referências

  1. 1 2 «Chope». Michaelis On-line. Editora Melhoramentos. Consultado em 16 de agosto de 2026
  2. 1 2 3 4 5 6 Grossman, Ken (2012). Garrett Oliver, ed. «draught beer». The Oxford Companion to Beer (em inglês). Oxford University Press. Consultado em 16 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 11 de março de 2026
  3. 1 2 3 4 5 Milani, Elham A.; Silva, Filipa V. M. (23 de março de 2022). «Pasteurization of Beer by Non-Thermal Technologies». Frontiers in Food Science and Technology (em inglês). 1. doi:10.3389/frfst.2021.798676. Consultado em 16 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 16 de março de 2026
  4. 1 2 «imperial». Dicionário Infopédia da Língua Portuguesa. Porto Editora. Consultado em 16 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 26 de abril de 2025
  5. 1 2 «fino». Dicionário Infopédia da Língua Portuguesa. Porto Editora. Consultado em 16 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 2 de fevereiro de 2026
  6. 1 2 3 «Instrução Normativa nº 65, de 10 de dezembro de 2019». Diário Oficial da União. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. 11 de dezembro de 2019. Consultado em 16 de agosto de 2026
  7. ↑ «draught». Oxford Advanced Learner's Dictionary (em inglês). Oxford University Press. Consultado em 16 de agosto de 2026
  8. ↑ Hendry, Rachel. «A History of beer Dispense». CAMRA (em inglês). Consultado em 16 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 5 de dezembro de 2025
  9. ↑ Hunt, Brian (2012). Garrett Oliver, ed. «A beer engine». The Oxford Companion to Beer (em inglês). Oxford University Press. Consultado em 16 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 7 de fevereiro de 2026
  10. 1 2 Marchbanks, Chris J. (2012). Garrett Oliver, ed. «A cask». The Oxford Companion to Beer (em inglês). Oxford University Press. Consultado em 16 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 3 de junho de 2026
  11. 1 2 3 Jones, Nick R. (2012). Garrett Oliver, ed. «nitrogenated beer». The Oxford Companion to Beer (em inglês). Oxford University Press. Consultado em 16 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 6 de dezembro de 2025
  12. 1 2 «Beer dispense». CAMRA (em inglês). Consultado em 16 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 7 de dezembro de 2025
  13. 1 2 Peterson, S. D.; Amón, R.; Wong, T.; Spang, E. S.; Simmons, C. W. (2022). «Material and energy flow analysis of craft brewing: A case study at a California microbrewery». Frontiers in Sustainable Food Systems (em inglês). 6. doi:10.3389/fsufs.2022.1028520. Consultado em 16 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 31 de agosto de 2025
  14. 1 2 3 Pepper, Barrie (2012). Garrett Oliver, ed. «cask conditioning». The Oxford Companion to Beer (em inglês). Oxford University Press. Consultado em 16 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 14 de abril de 2024
  15. 1 2 Oliver, Garrett (2012). «keg». The Oxford Companion to Beer (em inglês). Oxford University Press. Consultado em 16 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 23 de setembro de 2025
  16. 1 2 3 4 5 6 Brewers Association (2019). Draught Beer Quality Manual (PDF) (em inglês) 4 ed. Boulder: Brewers Publications. ISBN 978-1-938469-60-2. Consultado em 16 de agosto de 2026
  17. 1 2 Philliskirk, George (2012). Garrett Oliver, ed. «carbon dioxide». The Oxford Companion to Beer (em inglês). Oxford University Press. Consultado em 16 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 14 de maio de 2026
  18. ↑ «Colarinho». Michaelis On-line. Editora Melhoramentos. Consultado em 16 de agosto de 2026
  19. 1 2 3 Hampson, Tim (2012). Garrett Oliver, ed. «A widget». The Oxford Companion to Beer (em inglês). Oxford University Press. Consultado em 16 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 10 de maio de 2026
  20. 1 2 3 4 «Craft Beer Industry Market Segments». Brewers Association (em inglês). Consultado em 16 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 17 de junho de 2026
  21. 1 2 Marques, Teresa Cristina de Novaes; Oliveira, Maria Teresa Ribeiro de (2003). «Inovação de produto ou saída para a crise? O lançamento da cerveja Brahma Chopp no verão de 1934». História Econômica & História de Empresas. 6 (1): 87-120. doi:10.29182/hehe.v6i1.155. Consultado em 16 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 29 de maio de 2025
  22. ↑ Brasil. Ministério da Agricultura e Pecuária (2026). Anuário da Cerveja 2026: ano referência 2025 (PDF). Brasília: Ministério da Agricultura e Pecuária. ISBN 978-85-7991-318-1. Consultado em 16 de agosto de 2026
  23. 1 2 3 Alves, Silvia. «Portugália». RTP Notícias. Rádio e Televisão de Portugal. Consultado em 16 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 4 de agosto de 2024
  24. ↑ Pinheiro, Susana (29 de janeiro de 2023). «Cerveja artesanal sai da garagem para dar de beber a turistas». ECO. Consultado em 16 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 28 de abril de 2026
  25. ↑ «Código dos Impostos Especiais de Consumo». Diário da República. Artigo 80.º. Consultado em 16 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 15 de junho de 2026
  26. ↑ «Fassbier». Duden (em alemão). Consultado em 16 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 23 de dezembro de 2025
  27. ↑ «Beer and Breweries». VisitCzechia (em inglês). Consultado em 16 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 31 de janeiro de 2026
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